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sábado, 1 de novembro de 2008

Sou um corno manso

Tudo aconteceu há dois anos aqui em Salvador onde moramos. Minha esposa e eu somos casados há quinze anos. Aos 40 anos Rita é uma mulher sensual, branquinha, rosto delicado, olhos castanhos, cabelos cacheados curtinhos e pintados de ruivos, 1.65 m, 56 Kg, seios grandes, cintura fina, coxas bem torneadas e uma bundinha linda. Eu tenho 47 anos, moreno, olhos castanhos, cabelos raspados, 1.80 m, 95 kg, fora de foram e dono de uma barriguinha. Naquela noite de sexta-feira, fui com a minha esposa e mãe dos meus dois filhos, ao Centro Histórico do Pelourinho e lá chegando resolvemos ficar no Bar do Reggae onde em meio a muita cerveja e muita gente dançando a nossa volta, depois que conseguimos uma mesa fiamos bebendo um pouco até que Rita resolveu ir dançar, eu que não tenho o menor ritmo preferi ficar na mesa vendo-a na pista de dança, foi quando percebi que um rapaz do tipo negro rastafári acochando Rita enquanto ela dançava e Rita já meia alta com a bebida não só parecia não se importar como parecia incentiva-lo a continuar com aquilo...

Aqui vale dizer que durante os quinze anos em que estamos casados Rita até aquele momento já tinha me colocado chifres cinco vezes, com quatro homens e uma mulher, eu assisti um parcialmente e os demais na integra, sem me envolver, o que faz de mim um corno manso da minha esposa. Mas esse lado depravado de Rita só se manifesta quando ela bebe um pouco além da conta. Eu sou absolutamente apaixonado por Rita, quando acontece dela agir como uma vagabunda sem-vergonha, eu sinto misto de raiva, por não ser macho o bastante para impedi-la; ciúme, porque morro de medo que ela me deixe por um macho e desejo, porque adoro vê-la despudoradamente fudendo gostosa numa caceta tesuda!

Mas voltando ao Bar do Reggae, Rita voltou a nossa mesa, conversamos, rimos e ela continuou bebendo, eu vi que o negro rastafári também parou de dançar e ficou no balcão em frente a nossa mesa, então eu resolvi ver o que aconteceria e disse a Rita que iria ao banheiro e a deixei sozinha na mesa. Assim que eu me afastei o negro rastafári se aproximou da nossa mesa e puxou conversa com Rita, ele se curvou sobre ela e falava com seus lábios bem coladinhos no ouvido dela que respondia e ria... Eu na verdade não tinha ido aos banheiro, fiquei escondido observando os dois. Então ela virou o rosto e beijou o negro rastafári na boca! Os dois se beijavam e se acariciavam com evidente desejo. Eu esperei os dois terminarem e dei um jeito de esbarrar ruidosamente em alguém no caminho de volta a nossa mesa, Rita e negro rastafári com isso notaram a minha chegada e ele se afastou, mas não o bastante que não pudesse trocar olhares e sinais com minha esposa... Então foi ela quem me disse que iria até o largo do Pelourinho comprar abará pra gente, eu me ofereci para ir já sabendo que aquela historia de sair para comprar abará era só para me tirar de tempo e ela ir se encontrar com o negro rastafári que eu discretamente o vi indo em direção a saída do Bar do Reggae, mas ela me disse para ficar ali que logo voltaria, perguntei se ela não se importava em ter que ir até o tabuleiro da baiana e ela ansiosa respondeu que não e se afastou rapidamente em direção a saída...

Eu sempre fico preocupado e por isso paguei a conta e fui atrás dos dois mantendo certa distância para que eles não vissem... Eu vi os dois de mãos dadas acabando de descer o Pelourinho e dobrando rumo a ladeira do Taboão, que naquele horário, já passando da vinte e três horas, é completamente deserta e pouco iluminada. Nessa atura o negro rastafári já pegou ela pela cintura e a beijava até que os vi entrar em um antigo sobrado e pensei: “Que zorra! Agora lascou!” – pois como eu faria para conseguir ir atrás de Rita e do negro rastafári? – mesmo assim me aproximei do casarão e para minha feliz surpresa pude ver que o lugar é dos muitos imóveis em ruína e abandonados existentes naquela área da cidade, que normalmente servem de “motel 0800” para os casais mais avexados ou de lugar para os malucos fumar maconha, crack ou cheirar cola, ou seja, um lugar boca-de-zero-nove! Assim eu só precisei entrar naquele lugar ignorando todo o lixo e a sujeira e com cuidado e o mais silenciosamente possível, para que os dois não percebessem a minha presença, achar um lugar de onde os pudesse observar...

O negro rastafári tinha levado minha esposa para um cômodo da frente no andar superior e graças a isso devido a iluminação publica de um poste diante do sobrado em ruínas onde nos encontrávamos o ambiente estava suavemente iluminado o que me facilitou observa-los através de um buraco na parede no canto mais escuro, o que me tornava virtualmente “invisível” mesmo estando a poucos metros dos dois...

Como minha esposa perde a noção quando bebe demais, Rita ria, visivelmente bêbada. Mas indiferente ao estado etílico dela o negro rastafári rapidamente abaixou a calça e a cueca exibindo um pau enorme e muito grosso! Comparando ao meu quando ainda ficava completamente duro, o que já não acontece mais há algum tempo, que ficava com 19 cm, o do negro rastafári tinha com certeza tinha entre 20 ou 23 cm, bem grosso e cabeçudo!

– Que cacetão!

– Branquinha, você vai gemer como uma puta com meu caralho na sua buceta!

– Ele é mesmo muito gostoso!

Ele a puxou para junto dele sem que Rita oferecesse qualquer resistência e a beijou, ela estava usando um vestidinho levemente transparente que além de delinear as curvas suaves do seu corpo permitia que se visse a marca da minúscula tanguinha que ela estava usando por debaixo, ele também era bem curtinho também, a saia terminava acima do meio das suas coxas e que fazia com que sua linda bundinha sobressaísse. O vestidinho era bem decotado o que deixava boa parte dos seus grandes seios e parte do sutiã à mostra. Eu já me sentia muito excitado, mesmo minha piroca não ficando mais dura como aquele cacetão do negro rastafári, imaginando ele fudendo a minha esposa ali absolutamente a sua mercê...

O negro rastafári virou ela e a pegou por trás e gentilmente apertou os peitões de Rita e ele a puxou mais para perto dele e beijou sua boca enquanto suas mãos acariciavam as costas da minha esposa. Rita começou a ficar excitada e ele desceu as mãos a bunda dela.

– Passa suas mãos por todo meu corpo... – excitada Rita pediu.

Ele vagarosamente foi alisando a bundinha dela, as coxas e entre as coxas, depois voltou a subir com as suas mãos pelo corpo da minha esposa só que por debaixo do vestidinho... Extasiado eu via as mãos dele assenhoreando-se com firmeza do corpo da minha esposa. Quando os dedos dele tocaram na xaninha dela, mesmo que ainda por cima da tanguinha, Rita involuntariamente de tão excitada gemeu e eu podia imaginar como já estaria encharcada sua bucetinha toda depiladinha... Minha esposa voltou-se de frente para o negro rastafári e olhou aquele cacetão enorme!

– Ai, gostosão!... E se aparecer alguém aqui?

– Relaxe que é niuma! Tá na de boa comigo minha branca!

O negro rastafári continuava passando as mãos pelo corpo de Rita, então vi ele tirar o sutiã dela e joga-lo para longe, como só havia metade do piso de madeira ainda razoavelmente firme naquele cômodo em que eles estavam e o restante era um buraco para os cômodos do andar térreo, o sutiã de Rita mergulhou no abismo negro e perdeu-se para sempre... Mas ela nem se deu conta no momento tal era seu grau de excitação nas mãos do negro rastafári. Ele depois arrancou a calcinha a tanguinha dela e meteu um dedo na bucetinha apertada de Rita que gemeu...

– Ai! Gostoso... Ai! O que você tá fazendo? Ai... Hum...

Os dedos do negro rastafári foram explorando a bucetinha pelada dela...

– Ai... Ah!... Hum...

Rita gemia enquanto rebolava discretamente na mão do negro rastafári que lhe enfiou um segundo e um terceiro dedo. Alucinada de desejo e tesão eu via minha esposa morder os lábios...

– Eu não vou perder a chance de comer essa buceta! Você vai dar para mim hoje minha branquinha!

Disse negro rastafári para minha esposa, rindo... Ela quase gozou quando ouviu aquilo.

– Hum, amor... Que delícia!...

Era evidente que Rita estava adorando os dedos dele enfiados na sua xaninha e gostando de ser mandada. O negro rastafári então a empurrou com força contra a parede e deu um puxão fazendo a parte de cima do seu vestido descer ate a cintura rasgando um pouco inclusive. Os peitões de Rita ficaram à mostra, bem branquinhos com os bicos rosados durinhos... Eles já não são mais firmes depois de tanto amamentar os nossos dois filhos e de tanto serem ordenhados, amassados e chupados por mim e por outros machos, mas mesmo assim são lindos! Por puro reflexo Rita tentou cobrir os peitos com as mãos, mas negro rastafári afastou as mãos dela e caiu de boca nos bicos sugando-os com força. Depois de sentir a pegada do negro rastafári minha esposa não resistiu mais e o beijou com ardor e ele depois do beijo continuou sugando seus seios como uma fera faminta! Apertava-os com força até marcar a pele alva e macia dos peitos da minha esposa! E Rita a cada amasso, a cada chupão e a cada mordiscada delirava e gemia...

O negro rastafári se abaixou diante de Rita fazendo-a abrir as pernas e começou a chupar a xana deliciosa dela! Ele lambeu, chupou e mordiscou fazendo-a entrar em êxtase de tanto prazer! Como se estivesse possuída por um demônio da luxúria Rita ofegava e emitia som desconexos...

– Ah!... Que delícia!... Chupa!... Chupa sua branca!...

– Isso! Geme vadia! Geme mais Cadela! Grita para todo mundo saber que Você é uma puta branquela!

– Ui!... Hum!... Delícia!... Sou sim! Ai! Eu sou é uma puta branquela!

O negro rastafári definitivamente senhor da minha esposa ordenou...

– Assuma que é uma puta rameira!

– Ai!... Chupa a minha buceta! Seu sacana!... Morde minha xana seu escroto!...

– Diga! Vai! Diga quem é você!

– Sou a sua puta rameira! Ah!... Sua puta! Ui!... Come a minha buceta apertadinha!... Vai! Enfia seu pau enorme nela! Me foder negão! Fode sua cadela!

– Isso puta! Assim! Implora para seu macho te fuder!

– Ai! Vou gozar! Não para! Oh!... Vou gozar... Gozando... Ah!...

O corpo todo Rita estremeceu convulsivamente quando ela atingiu o orgasmo e depois quase desfaleceu... Só não desabou de vez no chão porque o negro rastafári se levantou e a agarrou pelos peitões bruscamente e a manteve encostada na parede voltando a chupa-los enquanto Rita se desmanchava em seguidos gozos... A boca do negão engolia ora um ora outro bico dos peitos da minha esposa já bem inchado fazendo-a gemer de dor e prazer e se contorcer entre o corpo dele e a parede. Ele chupou os peitos dela sem parar! E também usa seus dedos para dedilhar a buceta de Rita encharcada do gozo dela e da saliva dele!

Enquanto isso eu do meu canto de observador passivo como bom corno manso, mas também já todo melado, apesar da minha piroca continuar caída e flácida, o que torna a minha excitação uma angustiante tortura e conseqüentemente me sentindo humilhado, admirava hipnotizado o pau grande, grosso e duro do negro rastafári... Um feixe de ébano muscular e nervoso irrigado por uma rede de artérias, vasos e capilares, imperiosamente viril cominando em uma glande muito desenvolvida e arroxeada de onde escorria uma baba translúcida... Másculo e confiante com aquela clava ferrea em riste acompanhada de um escroto enfunado de porra entre as suas coxas...

Rita por sua vez completamente azuada e toda encharcada se contorcia e se esfregava na parede limosa e suja gemendo e implorando por aquele macho tesudo que a dominava completamente...

– Ai!... Hum! Hum... Oh!... Oh! Vem... Enfia vai!... Enfia em mim seu puto!

Ávida minha mulher segurou o cacetão duríssimo do negro rastafári que sorriu e disse...

Isso puta... Isso Pega no pau duro do seu negão Ah!... Vai vagabunda! Assim... Me bate uma punheta... Hum!... Você adora o pau do negão né de mermo vaca?

Adoro... Hum!... Eu adoro sim! Adoro sim seu pauzão... Oh!... Que pau gostoso que você tem! Ui!... É enorme! Assim tá gostoso?

Rita perguntava ao negro rastafári enquanto batia punheta e a sua expressão demonstrava todo tesão que ela sentia naquele momento. Minha mulher olhava aquele caralho que enquanto ela punhetava com as duas mãos ficava cada vez maior, mais grosso e mais duro. O negro rastafári então foi forçando a cabeça de Rita para baixo e logo ela estava de joelhos chupando o aquela tora...

– Ah!... Isso vagabunda!

– Slup!...

– Chupa! Chupa esse caralho! Hum!...

– Slup!...

– Isso piranha!...

– Hum... Hum...

– Lambe as minhas bolas sua vadia!...

– Ah! Que caralho gostoso!... Hum...

Do meu esconderijo eu via o pau enorme do negão fudendo a boca da minha esposa como se fosse a sua buceta... E pela expressão de Rita ela estava adorando chupar aquele colosso de ébano e não era mesmo para menos! Depois de tanto tempo sexualmente frustrada pela minha broxada piroca com suas ejaculações involuntárias e precoces, ter em suas mãos e em sua boquinha aquele falo negro duro, grande e grosso, cheio de másculo desejo e potência! E de olhos fechados com a boca vermelha em volta do pau que comia a sua boca.

– Ah!...

Os gemidos eram abafados pela caceta em sua boca que o negro rastafári bombava com força! Vê-la daquela forma ali ajoelhada naquele piso imundo, com a blusa do seu vestido arriada e a saia suspensa pela cintura, com a sua cabeça segura pelos cabelos pelas mãos firmes do negro rastafári que metia seu pauzão em sua boca ritmicamente num vai-e-vem crescente, degradava humilhantemente minha linda esposa e mãe dos nossos filhos... Mas essa degradação física, psicológica e moral a tornava radiantemente sensual!

– Ah! Eu vou gozar na sua cara cachorra!

– Não! Quero engolir!

Submissa Rita abriu a boca com a língua para fora e aguardou os esguichos de porra saírem da vigorosa caceta do negro rastafári, o que aconteceu em um magnífico bigue-bangue de esperma! Os jatos foram tão fortes que ela chegou a engasga, mas ávida e faminta de porra mamou e engoliu até a ultima gota, já que o negro rastafári tinha enchido a boca da Rita de porra.

– Ah!... Toma minha porra! Cachorra! Hum!...

– Oh!... Que leite gostoso!... Que delícia!

Depois do gozo os dois ficaram quietos por algum tempo, nesse ínterim o negro rastafári acendeu um baseado de maconha, tragou fundo e o passou para minha esposa que eu imaginei recusaria... Mas para a minha surpresa ela não só aceitou como igualmente tragou fundo! Depois que acabaram de puxar a maconha reestimulada minha esposa logo recomeçou a chupar o pau do negro rastafári que estava ficando mole, mas que massageado pelos lábios e mãos habilidosos de Rita voltou a ficar rígido como antes.

– Eu quero seu pauzão gostoso dentro de mim... – implorou minha esposa ao negro rastafári – nós não temos muito tempo antes que meu marido comece a desconfiar que estou demorando muito para voltar!

O negro rastafári pegou minha esposa virou-a de costas fazendo-a apoiar as mãos na parede com os braços abertos. Rita então inclinou seu tronco para frente, seus peitões ficaram pendentes e oscilantes, ela abriu as pernas e levantou a sua linda bundinha, oferecendo ao negro rastafári absoluto acesso a sua linda bucetinha branca e rósea toda depiladinha e na qual ele passou a esfregar a cabeçorra do seu pauzão pincelando-a e ao mesmo tempo excitando-a ainda mais! Rita estava tão molhada que era possível devido à luz que incidia sobre os dois vinda da rua pela janela ver o tremeluzir do seu suco vaginal que escorria por suas coxas... Então o negro rastafári segurou e puxou seu cabelo para trás bruscamente e começou a enfiar seu cassete na buceta de Rita, a medida em que ele foi metendo ela requebrava no pauzão do negão com a sua xaninha apertada claramente sendo rasgada, ele então a segurou pela cintura e continuou metendo por trás da minha esposa, que por sinal é como ela mais gosta de ser fudida, Rita não se contendo mais de tanto tesão gemia e gritava sem parar...

– Ai!... Mete caralhudo!... Ah!...

– Toma vaca! Toma pica sua puta do caralho!

– Isso! Come a sua puta! Vai negão gostoso!... Me come!

– Assim! Branquela escrota! Pede mais! Implora ordinária!...

– Me come caralhudo!... Me come! Ai! Mete forte...

– Aquele corno do seu marido te fode assim?!

– Não! Aquele corno broxa não me fode mais assim não!... Ai!... Ai!... Oh!... Isso... Me come!... Assim!... Me fode pauzudo!... Hum!...

– Mexe vadia! Rebola gostosa na minha caceta!

– Ah!... Eu não resisto... Oh!... Que cacete enorme gostoso!... Hum!...

– Mete mais! Mete forte!... Mais forte... Me lasca em banda!... Caralhudo gostoso!... Ai... Ah!... Oh!...

Rita sentia a caceta do negro rastafári lhe sendo enfiada na buceta em golpes duros e firmes de uma só vez!...

– Come minha buceta! Come! Enfia esse pau em mim!...

O negro rastafári parecia um martelete pneumático socando seu pauzão com toda sua força na buceta encharcada da minha esposa num vai-e-vem sem dó nem piedade! E ela enlouquecida de desejo e tesão com seus peitões balangando-se e chacoalhando desenfreados não parava de pronúncia palavras desconexas rebolar freneticamente ao ritmo daquelas viris estocas!

– Ah! Eu não estou agüentando!

– Cala a porra dessa boca ou te meto a mão na cara vaca filha de uma puta!

– Ai!... Seu safado! Ui!...

– Toma! Toma! Vagabunda! Toma!

O negro rastafári continuou metendo vigorosamente na buceta inchada e toda babada de minha esposa ao mesmo tempo em que começou a estapear sua bundinha com violência arrancando lamuriosos gritinhos de dor e prazer de Rita! Mesmo sob a bruxuleante iluminação me era possível ver a pele branquinha da bunda dela ir ficando rósea encarnada e por fim avermelhada! Toda aquela brutalidade causo um estado de absoluto êxtase em Rita que foi tomada por múltiplos e arrebatadores orgasmos para o deleite do negro rastafári que sentia a bucetinha dela contraindo-se chupando seu cacetão que ele continuava a meter na minha esposa sem dó cada vez mais forte levando-a ao delírio!

– Você é mesmo uma vagabunda! Você gosta do meu caralho rasgando a sua buceta não é piranha?! Responde vadia!

Gosto! Eu gosto sim! Oh!... Mete vai! Fode! Me arromba toda!... Ui!... Delicia!...

– Quer que encha a sua buceta com minha porra?!

– Ai! Come! Come!... Ai! Quero! Eu quero sim! Quero sua porra!... Sou sua! Oh!...

– Vou gozar vadia! – anunciou o negro rastafári... Ai... Estou chifrando meu marido outra vez! Oh!...

– É isso mesmo cachorra! Vou encher seu maridão de chifre!

– Isso chifra com esse caralhão tesudo aquele broxa veado! Hum!...

– O maridão é veado puta?! Fala porra!

– É sim! É um veadão broxa e chifrudo! Ui!... Delicia de pauzão gostoso!...

– Coroa safada! Cadela ordinária! Ah!...

– Mete! Goza vai! Goza na minha buceta! Emprenha essa sua cadela com sua porra!

O negro rastafári de repente sofreu um forte espasmo e atirou seu corpo de encontro ao da minha esposa imprensando-a contra a parede, sentindo ele gozar dentro dela Rita mordeu os lábios não conseguindo falar mais nada e fez gemer... E juntos ali eles gozaram... Então o negão puxou de vez seu mastro para fora da arrombada, avermelhada e inchada buceta de Rita de onde saia o excesso de porra do negão cacetudo, o corpo dela estremeceu e as suas pernas amoleceram... Ela ainda tentou achar um apoio na parede, mas acabou desabando no chão. Eu pude perceber três coisas, a primeira foi que o negro rastafári que ainda tinha o pau semiduro se masturbava freneticamente; a segunda foi que Rita estava semi-inconsciente estirada no chão e a terceira foi que o negão acendeu outro baseado de maconha e além dele próprio puxar o fumo fez Rita puxar também... E presumi que aquela foda ainda não havia terminado... Sem espera que ela se refizesse o negro rastafári foi para cima da minha esposa e a colocou de bunda para cima, então se ajoelhou atrás dela com seu cacetão já duro e deu mais uma enfia na buceta dela para lubrifica-lo a sua lança negra e em seguida a meteu na bundinha de Rita que pulou para frente e tentou se livrar protestando debilmente...

– Não!... Aí não!...

– Eu vou comer o seu cu sua piranha!

– Não!

– Eu sei que você quer enrabada sua puta velha!

Rita tentou se levantar estava fraca, alcoolizada e droga e ele não só não a deixou levantar como agarrou e a puxou pelos cabelos ficando com a bundinha linda de Rita empinada e a sua mercê. Minha esposa gemia e chorava... Dava gritinhos e reclamava que estava doendo e pedia para ele parar...

– Pede! – ele ordenou.

– Não! Eu não quero!

– Pede, vagabunda! – Splat! Splat! Splat! Splat! – Pede vaca! Pede!

– Ai! Ai! Ui! Chega! Não!... Chega! Ai! Eu peço... Ui! Peço sim! Não me bate!... Eu peço...

– Fala puta o que você quer!

– Ai!... Por favor, fode minha bunda... Mete seu pauzão no meu rabo!

– Isso! Sua arrombada! Branquela filha da puta! Pede mais anda! Implora para seu cu ser fudido pelo negão aqui! Vamos fala! Ou...

– Come a minha bundinha vai... Arregaça o cabacinho do meu cu...

– Rá! Rá! Rá! Gostei! Cabacinho do cu! Rá! Rá! Rá! Uma puta branquela e roda que nem você com cabaço no cu! Rá! Rá! Rá! Continua safada! Fala! Fala mais!

– Eu não agüento mais à vontade de dar meu cuzinho para você...

A transa da minha mulher com o negro rastafári, que por sinal estava loução, estava se tornando um estupro, primeiro porque ela já esta bastante debilitada fisicamente e perturbada mentalmente por toda a bebida que havia ingerido no bar e pelos efeitos do baseados puxados. Mais principalmente porque por mais inverossímil que possa parecer Rita apesar de já ter fudido com vários machos e até mesmo comigo, ela realmente não é de dar o cu. Eu explico, Rita pouco depois de dar a buceta pela primeira vez aos 14 anos, quando se ofereceu a um visinho mais velho, teve uma experiência anal ruim com o segundo cara com quem fudeu e depois disso ficou traumatizada e só liberando seu cuzinho raras vezes, eu mesmo tive esse privilegio, mas broxei sem conseguir enraba-la... Por isso não era exagero dela afirma que seu cu era apertadinho ou “semivirgem”... Portanto o negro rastafári não só a humilhava como a estava realmente estuprando.

Confesso que nesse momento pensei em intervir e interrompe-los, pois percebia que Rita fazia força para se desvencilhar, mas o negão a segurava firmemente e num solavanco certeiro e potente meteu seu pauzão todo na bundinha da minha esposa. Rita voltou seu rosto sobre o ombro na direção do negão com a fisionomia transfigurada... Sua boca estava escancarada num grito mudo com fios de baba escorreram pelos cantos dos seus lábios e queixo, os olhos arregalados com as íris reviradas e as narinas do seu narizinho bastante dilatadas buscando aspirar o ar que aquele misto de dor e prazer e prazer lhe causava. Mas a atitude do negro rastafári era tão máscula e decidida que me senti diminuído e covardemente me omiti e permaneci escondido em meu canto observando-os... A cabeça do pauzão do negão depois de saltar para dentro do cu da minha esposa seguindo impiedoso pelo seu canal anal dilatando ao máximo! O que fez ela gemer profundamente e chorar, as lágrimas rolavam por suas faces... Quando ele começou a lancetar vigorosamente o cuzinho dela com seu mastro negro Rita saiu do transe em que estivera e passou a rebolar e a falar

Isso!... Mete todo esse seu cacete! Mete! Enfia fundo no meu rabo!... Mete!... Vai! Me come com força!... Me faz sangrar!... Come a sua puta casada!... Isso! Eu sou casada e sou puta! Come! Come meu cu de mulher casada! Isso!... Chifra aquele broxa! Aquele veado!... Mete com força!... Fode assim meu rabo! Faz o que o corno broxa nunca conseguiu fazer!... isso! Você é que homem!... Vai!... Me estupra... Ah!...

Rita enquanto era violentamente enrabada massageava seu clitóris e enfiava fundo seus dedos na buceta! Gozando como uma cadela no cio e ofegante ela gemia cada vez mais alto...

– Me come! Me come!... - pedia Rita enquanto se requebrava com as metidas do pauzão do negrão no seu rabo.

Descrente eu via aquele pau enorme saindo e entrando na bundinha da minha esposa que se contorcia e gemia, mordendo os lábios a cada estocada violenta daquele pauzão...

– Isso! Vai!... Vai pauzudo gostoso! Vai!... Ai!... Oh!... Cavalão! Acaba comigo! Ai! Que delicia esse pau! Come assim... Vai! Fode sua cadela! Ai!... Ai!... Oh!...

– Está gostando?! É disso que você gosta não é branquela?! Ah!...

– Ah!... Oh!... Vai... Oh!... Goza... Ai!... Oh!... Enche meu... Cu... Oh!... De porra...

O negro rastafári continuou fudendo o cuzinho de Rita num ritmo cada vez mais rápido que já indicava que estava perto de gozar e de fato pouco depois ele despejou jatos de esperma pelo cu adentro da minha arregaçada esposa...

– Vai... Que delícia... Isso... Meu macho... Goza na minha bundinha!... Goza... Oh!...

Ele gozou o bastante para encher o cu da minha esposa de porra... Rita depois disso desfaleceu de vez ali mesmo naquele chão imundo e cheio de lixo... O negro rastafári se limpou o máximo que pôde, inclusive usando a calcinha dela que depois jogo na rua! Ele olhou indiferente para ela e já ia saindo quando viu a bolsa dela, ele a abriu e da carteira dela retirou quase todo o dinheiro que ela tinha, depois de roubá-la ele foi embora... Logo que ele saiu eu fui até junto dela, minha esposa tentou fala só conseguiu me beijar... Depois eu olhei pelo buraco que já havia sido uma das janelas me certificando que o negão tinha ido embora e que não havia ninguém alem dos mendigos e drogados na rua, então ajeitei o vestido da minha esposa como pude e a tirei dali no colo levando-a ate o ponto de táxi, o taxista acostumado com as noites baianas não fez qualquer pergunta e então retornamos para casa, ela bem fudida e plenamente satisfeita e eu convicto que sou corno manso... E feliz.

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