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sábado, 1 de novembro de 2008

O Ricardão que virou corno manso

Glauco e Anete eram um casal tradicional, tinham 2 filhos e uma vida tão normal que um simples gemido era uma inovação na vida deles. Isso não significa que ambos eram santinhos, na verdade eram duas máquinas de sexo em fase latente. Nunca haviam traído um ao outro e reprimiam as fantasias com receio de estarem se desviando do caminho virtuoso. Só que toda essa repressão um dia explode...

E foi por causa dessa repressão que Márcia chamou tanto a atenção de Glauco. Casada, Márcia era uma morena bonita de 32 anos, cabelos negros e lisos, estilo chanel, corpo de uma menina de 20 anos, seios fartos e firmes, bumbum igualmente farto e de pele lisa como um pêssego. Conheceram-se por acaso numa loja do shopping, quando Glauco experimentava ternos e Márcia procurava um presente para seu marido, chamado Brito. Márcia viu Glauco na loja e logo se interessou, lançando um elogio discreto mas que ele entendeu muito bem. Saindo dali, foram tomar um chopp e conversaram durante longo tempo. Ele não tirava os olhos do decote dela, que usava uma blusa com decote generoso em “V”, que permitia a visão de parte de seus seios volumosos. Tampouco conseguia não notar suas coxas roliças e grossas, delineadas por um pequeno pedaço de pano que ainda precisava crescer para ser uma minissaia.

O clima obviamente esquentou e no estacionamento trocaram um beijo ardente, forte, voluptuoso e insinuante. Demoraram no beijo, as mãos já começavam a passear pelos corpos unidos pelo tesão quando caíram em si e decidiram entrar no carro dela. A essa altura, qualquer decisão levaria para o mesmo lugar e foi para lá que se dirigiram: para o motel mais próximo, que ficava a umas 4 quadras do shopping.

Chegando no motel, entraram na suíte abraçados e trocando beijos. Glauco já puxara a saia de Márcia para cima, revelando uma linda bunda cortada por um fio dental preto que pouco aparecia em seu corpo de tão pequenino que era (ou de tão farta que era a bunda de Márcia). Se jogaram na cama, ele por cima dela, a beijava, a acariciava e então satisfez seu desejo surgido naquela mesa da praça de alimentação do shopping: revelar e apreciar os peitos de Márcia. Glauco a deixou nua e logo se despiu também. Iniciaram um gostoso 69, Glauco chupava muito bem e ela gozou alto e forte, deixando seu néctar escorrer da xoxota direto para a boca dele. Quanto mais gozava, mais forte ela chupava o pau de Glauco, que por não ser grande cabia todo na boquinha de veludo dela. Explodiram juntos num gozo abundante, ela bebeu todo o leitinho dele e disse que queria beber aquele leite todo dia a partir de então. Ainda fizeram sexo em várias posições, ele quis comer o cuzinho dela e ela aceitou. Glauco lambeu o cuzinho de Márcia com vontade, era um cuzinho lisinho, sem pelos e muito gostoso de se chupar. Ela piscava o cuzinho enquanto soltava gemidos dignos que qualquer filme pornô, levando-o à excitação total. Não mais aguentando, Glauco apontou seu pau na entradinha do cu de Márcia e enfiou tudo de uma vez, vantagem de não ter um pau de jegue. Ele enfiava e tirava, ela rebolava e dizia obscenidades para ele. “Mete essa vara no meu rabo”, “isso, coloca todo esse pau gostoso”, “fode o cuzinho da sua puta, meu garanhão”... até que ela ficou igual um cavalo bravo, pulava, rebolava com aquela pica atolada no seu rego, piscava o cu massageando a pica de Glauco que logo depois inundou a bundinha de Márcia com seu leitinho, que vazou e escorria por seus corpos suados.

A partir daquele dia, Glauco e Márcia se encontravam regularmente, 3, 4 ou mais vezes por semana. Transavam no carro, no motel, até no banheiro do escritório onde Glauco trabalhava. Ele se sentia cada vez mais atraído por Márcia, mas sentia que era só sexo, que Anete era a mulher que ele realmente amava.

Um belo dia, depois de ficarem exaustos após uma maratona de 6 horas de sexo num motel afastado, Márcia falou algo que deixou Glauco assustado e confuso. Ela disse que seu marido sabia de todos os encontros, de todos os detalhes do sexo, sabia o nome dele e tudo o mais. Quando chegava em casa, ela era inspecionada pelo marido, que se excitava quando encontrava restos de porra nos buraquinhos da esposa. Até então, somente susto e confusão. Então Márcia continuou:

- O Brito gosta disso tudo, somos muito liberais no relacionamento. Eu posso dar para quem eu quiser desde que conte tudo para ele, com todos os detalhes. E também deixo ele comer quem ele quiser. Aliás, ele me pediu para marcar com você e sua esposa, pois ele quer conhecê-la e transar com ela, tá?

Essa última frase caiu como uma bomba nos ouvidos de Glauco. Anete nunca soube das escapadas do marido com Márcia, além disso jamais deixaria alguém comer sua mulher, tinha muito ciúme dela. Márcia insistia que era tudo normal, que o amor não mudava, apenas ficava mais excitante. Glauco parecia perdido, sabia que teria que abandonar Márcia e as aventuras sexuais que tanto gostava e voltar para sua rotina matrimonial.

Semanas se passaram, Glauco parecia ter retomado sua vida pacata anterior, mas continuava pensando em Márcia e dava pouca atenção às pessoas ao seu redor, inclusive sua esposa Anete. Não resistiu mais e ligou para Márcia, porém ela manteve a condição para que se encontrassem.

- Querido, eu e meu marido queremos completar o swing. Pensa que é assim, é? Come a mulher do outro e não quer que o outro coma a sua? Isso não te parece injusto? Se quiser me ver de novo, vai ter que ser do nosso jeito.

Só que Márcia também não havia esquecido Glauco e tinha muito tesão por ele. Queria reencontrá-lo, mas o amor por Brito lhe dizia que só nas condições impostas. Até que teve uma idéia, que Brito gostou e topou colocar em prática.

Alguns meses mais tarde, Márcia ligou para Glauco, que atendeu feliz e agitado.

- Oi meu tesão, que saudade...

- Oi, também estou com saudade... me encontra às 19h naquele motel que sempre íamos? Tenho uma surpresa para você...

Excitado e curioso, Glauco passou o resto do dia pensando e fantasiando como seria aquela noite. Imaginava novamente sugar os seios fartos de Márcia, lamber o cuzinho piscante daquela morena tentadora e socar o pau naquela xoxota molhada e sedosa. Chegou ao motel adiantado e foi para o quarto que Márcia havia reservado.

Pouco depois chegou Márcia, que o cumprimentou com um longo beijo na boca. Antes que partissem para o sexo, Márcia quis falar algo com ele.

- Glauco, lembra que a condição para transarmos novamente era apresentar o Brito à sua esposa?

- Lembro – disse Glauco desconfiado – por que?

- O Brito está aqui fora, no carro. Fica tranqüilo que nada vai te acontecer, ele só quer te conhecer... preparamos uma surpresa para você.

Acuado, Glauco tentou desfazer aquilo tudo, mas era tarde demais, o jeito era encarar Brito e ver no que ia dar. Desceram as escadas da suíte e, na garagem, notou duas pessoas num carro com película bem escura. Suou frio, pensou que seria morto ali mesmo. A janela do motorista se abriu e ele pôde ver Brito, um sujeito alto e muito forte, cabelo raspado, cavanhaque e bigode mas sem barba, que olhou para ele e o cumprimentou.

- Olá amigo, tudo bem? Sempre quis conhecer o tal “garanhão” que a Márcia tanto falava... Então era ele que te comia gostoso, não é meu amor?

Glauco balbuciou uma frase afirmativa e se aproximou do carro. Ainda havia outra pessoa no carro, poderia ser um amigo com uma arma que atiraria nele assim que chegasse perto da janela. Não tinha jeito, precisava ir até lá. Quando se inclinou para olhar dentro do carro, a surpresa que Márcia e Brito haviam preparado há meses para Glauco: sua mulher Anete no banco do carona punhetava o pau de Brito, duríssimo e grosso. Quando o viu, disse apenas “oi amor” e caiu de boca naquele caralho lindo e saboroso. Brito gemia e segurava Anete pelos cabelos, fazendo-a colocar o pau todo na boca.

Glauco, estupefato, esboçou uma reação de raiva e parecia querer bater em Brito, quando foi seguro por Márcia que disse em seu ouvido “viu como é gostoso ver um homem de verdade comendo sua esposinha?”. Glauco se conteve e, atordoado, assistiu de camarote Anete sendo fodida na boca por Brito, que gozou forte na garganta dela. Anete engoliu a porra mas deixou escorrer um pouquinho pelo canto da boca, aproveitando para olhar o marido e dizer “amor, eu adoro o leitinho dele, tomo esse leite todo dia”.

A essa altura Glauco chorava, sentado num degrau da escada da suíte. Márcia e Brito riam, enquanto Anete olhava o marido com ar de vingança, mas também tesão. Glauco quis saber como aquilo tinha acontecido, eles contaram que desde a última ligação de Glauco para Márcia tinham tido a idéia de seduzir Anete e torná-la amante de Brito. Havia sido difícil, mas Anete cedeu e só depois soube das aventuras do marido.

- Anete, nunca imaginaria isso de você. Sempre fizemos sexo em casa, nunca te deixei na mão... mesmo saindo com a Márcia, nunca deixei de te comer quando você quis.

- Verdade Amor, nós transávamos, mas nunca foi tão gostoso quanto é com o Brito. Só a Márcia mesmo para gostar de dar para você.

- E agora, como vamos ficar? Você vai se separar de mim?

- Não precisamos nos separar, mas de agora em diante eu vou ser a putinha do Brito assim como a Márcia é a sua putinha. Se quiser continuar comigo, vai ter que ser assim. E vamos começar já, lá na suíte, que eu estou com muito tesão de sentir o Brito dentro de mim.

Subiram todos, mas Glauco não conseguiu fazer nada. Seu pau parecia morto, não subia nem sob ameaça do BOPE. Márcia e Anete sugaram toda a energia de Brito, que comeu as duas de todas as formas. Quando gozou a primeira vez, Anete e Márcia disputaram a porra na boquinha. Na segunda, as duas aproveitaram e juntaram toda a porra que conseguiram, trocando um excitante beijo, cena que Glauco jamais imaginaria para sua esposa.

Finda a suruba, Márcia e Brito foram para casa rindo de tudo e plenamente saciados de sexo. Anete e Glauco também foram para casa, mas sem trocar uma palavra. Ficaram assim até a hora de dormir, quando Anete, antes de se aninhar para adormecer, disse para Glauco:

- Pensa que é assim, é? Come a mulher do outro e não quer que o outro coma a sua? Isso me parecia muito injusto, agora sim estamos quites.

Ainda meladinha, virou para o lado, sorriu e dormiu.

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