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sábado, 1 de novembro de 2008

Muito Corno !

O Corno.

O corno é invariavelmente casado com mulher bonita, bonita não; Gostosa. É fácil de
identificar o corno na multidão. A mulher dele olha para todos os lados e todos olham para ela. Pois o camarada ao lado dela é o corno. Em publico ela é até simpática e amável, porém sem perder a marra. Puta de corno é marrenta, de praxe.
Para casar com mulher gostosa é preciso ter peito. Quando resolvi casar com a Renata
sabia que iria ser corno dela, era apenas uma questão de tempo. Inclusive cheguei a incentivar a minha esposa a trepar com outros homens, no inicio do nosso relacionamento. Depois de um tempo ela levou á sério e sempre que saiamos da nossa cidade ela soltava a franga. Mas para ela era pouco e depois começou a quebrar os limites impostos e passou a trepar com homens da nossa cidade também. Ela teve filhos de outros homens, crianças que eu sustento e crio, com muito orgulho. Porem ela entrou
em depressão e por meses parou de sair. Levava uma vida pacata, cuidando dos filhos e eu a trabalhar muito. Fui chamado para resolver um problema na matriz da firma, que era serviço para uns 10 dias. Resolvi então levar a Rê para o Rio de Janeiro, deixando os filhos com a sogra. Como fazia meses em que a Rê havia se desinteressado por sexo, eu achava que as férias no Rio daria novo animo a ela.
Chegamos e nos instalamos num belo hotel da Praia de Copacabana e fui trabalhar enquanto a Rê dormia. O expediente demorou um pouco mais do que esperava e liguei para avisar. Mesmo assim ela me recebeu com frieza. Recompensei com um jantar num belo restaurante em Ipanema e voltamos para o hotel. Incentivei a a ir para a piscina do hotel durante o dia ou então ir para a praia. Na noite seguinte ela tava mais animada e me contou que tinha passado a tarde na praia. Mostrou a marquinha do bikini e naquele dia transamos pela primeira vez em 4 meses ! Novamente trabalhei duro no dia seguinte e cheguei no hotel por volta das 9 e meia da noite. A minha mulher não estava no apartamento mas um recado dizia que ela estava no restaurante. Desci e achei a rapidamente. Ela estava com um vestidinho solto e curto, onde se nitidamente via que estava sem soutien. Junto com ela estava um rapaz que ela me apresentou como Bruno.
Ela me explicou que o Bruno havia impedido que ela fosse assaltada na praia e em retribuição ela o havia convidado para jantar. Me contaram a história durante o jantar e eu sabia que apartir daquele momento que novamente seria corno. A Rê toda amável com o rapaz debruçava sobre a mesa para ter certeza de que ele pudesse ver os seios dela. Quando chegou a sobremesa o tesão dos dois estava em níveis incontroláveis e a minha mulher já o havia beijado umas duas ou três vezes.
-Amor, vou subir para o quarto com o Bruno, e você termina seu trabalho na sala
de conferencias. Disse ela. O Rapaz me olhou com espanto e alegria e disse que iria tratar ela bem. Levantaram e foram para o quarto.
Passados algumas horas subi para o quarto e entrei. Encontrei a Rê deitada dormindo, nua, de lado com uma perna encolhida. Sentei na cadeira de frente para a cama e olhei bem para a bunda descoberta da minha esposa. A boceta vermelha e inchada e o cuzinho
com o anel bem aberto e inchado também. Sem duvida o rapaz havia comida a minha esposa, e pelo visto, comeu bem porque ela dormia e a genitália estava toda inchada.
Ela mexeu um pouco e com isso começou a sair um filete de porra pela boceta dela, o filete descia pela bunda e foi ate o lençol. A vagabunda guardou o leitinho do amante e provávelmente nem fez questão de se lavar após a foda deles. Tirei a roupa e deitei na cama ao lado dela. O movimento a fez acordar. Ela me deu um beijo e contou que o rapaz praticamente a estuprou por umas 3 horas com um pau grosso e muito gostoso. Ela então percebeu o meu estado de excitação e veio pra cima de mim. Encaixou meu pau na xoxota melada dela e cavalgando meu pau, me contou como o rapaz a havia comido.
Ela me disse que adorou quando ele a enrabou com força e meteu pau no rabo dela por mais de meia hora até esporrar muito. Perguntei se ela iria trepar mais com ele e ela disse que infelizmente não porque o rapaz iria viajar de manhã e so voltaria daqui á uma semana. Não resisti e acabei gozando muito no bocetão da minha esposa. Tomamos banho juntos e fomos dormir.
Terminei o relatório e houve uma festa da firma para comemorar os resultados. A festa seria no salão nobre do hotel onde estávamos e assim pude apresentar a Rê á diretoria da
firma. Muitos a conheciam da época em que ela era criança e todos elogiaram a beleza dela. Em particular, um colega advogado ficou colado com ela e ela dando atenção ao cara. Antes do jantar acabei entrando numa roda de discussão dos diretores da firma, é que eles queriam saber opiniões sobre temas técnicos. Perdi a Rê de vista e precebi que o colega também havia sumido. Assim que anunciaram o jantar a Rê estava na entrada do salão e a chamei para sentar comigo.
-Aonde você esteve ? Perguntei em voz baixa.
-Voce quer mesmo saber ? Respondeu ela.
-Claro. Ela então me beijou e percebi o gosto acredoce de porra na boca dela.
Ela acabara de me chifrar com um colega de firma. Sentamos e olhei para ela, reprovando a atitude dela.
-Porra, com um colega de firma, você foi longe demais. Disse eu.
-Amor, o cara queria me comer e eu dei. Fomos para o nosso quarto e ele me comeu gostoso. Qual é o problema ? Ela pegou a minha mão e a colocou na xoxota dela. Ela tava toda melada. Fiz cara de espanto e ela riu.
-Tá vendo corno. Todos querem me comer e você deixa. Para de onda. Disse ela e começou a jantar.
Durante o jantar ela flertou com dois rapazes que eram filhos de diretores sênior. Os três papeavam animadamente e no termino do jantar ela me disse que gostaria de levar os meninos para o quarto. Protestei mas não havia jeito. Puta quando quer dar tem que ser
respeitada. Falei para ela que eu iria junto e ela riu.
-Tu é muito corno mesmo. Quer ver os meninos me comendo né ? Então ta. Vamos.
Com essa ela foi falar com os rapazes e pouco depois subimos para o nosso quarto.
A Rê entrou e deixou o vestido cair no chão. O João (o mais velho) a abraçou por trás e
começou a chupar o pescoço dela, enquanto o Alvinho tirava a roupa. A Rê virou para o João e começou a beijar a boca dele com muita volúpia. Pareciam namorados de muitos anos. Rapidamente o João estava pelado e de pau duro. Ela então subiu na cama e ficou de quatro de frente para mim. Virou para traz e disse;
-Vem gostoso, vem me fuder por traz. O João primeiro, se postou atrás dela e foi enfiando o pau no bocetão arrombado da puta da minha mulher. As estocadas aumentaram de ritmo e intensidade e a Rê já gozava no pau do rapaz, olhando para mim. O garoto não demorou muito e esporrou dentro da boceta da minha esposa. O outro rapaz que até então só ficou observando e alisando o pau dele se aproximou da minha esposa e na minha frente ofereceu o pau dele para ela chupar. A Rê continuava de quatro em cima da cama e o João foi para o banheiro. Eu sentado de frente para a minha esposa vendo ela chupando uma rola grossa enquanto ela olhava para mim. Tirava o pau da boca e falava baixinho para mim;
-Corno, Olha que pau gostoso, vou querer ele no meu cu. O Rapaz não percebia e delirava com a chupada.
-Gatinho, come meu rabo. Pediu a Rê. Não acreditava. A minha mulher estava para dar o cu para um desconhecido e na minha frente. O Alvinho se postou atrás da Rê e enfiou a cara na bunda da minha mulher e começou a chupar-lhe o cu. Com as linguadas certeiras a Rê se arrepiou toda e suspirava e afava, olhando para mim com a cara mais
safada do mundo. O Rapaz se levantou e começou então a forçar a abretura do esfincter
da minha esposa. Ela segurou os lençóis, mordeu o lábio inferior e quando a glande passou do esfíncter, ela soltou um gemido profundo de tesão e dor. O rapaz continuava a empurrar a pica para dentro do rabo da puta e com o pau totalmente alojado no cu da Rê começou o vai e vem, lentamente. O Alvinho segurou o cabelo dela e dava tapas na bunda dela.
-Isso gostoso, me bate. Implorava ela já totalmente perdida no êxtase sexual.
-Amor, eu estou sendo enrabada, disse ela para mim e soltou o suspiro de gozo.
O João saiu do banheiro e se postou de frente para ela, ao meu lado e foi enfiando o pau semi duro na boca da puta. Ela o chupou o suficiente para ficar duro denovo. O João mandou o Alvinho dar um tempo, e pediu para o rapaz deitar de barriga para cima e mandou a Rê colocar o pau do rapaz na boceta, cavalgando ele. Assim ele também iria comer o cu da puta. A Rê seria duplamente penetrada, e na minha frente.
-Vamos encher essa piranha de rola. Disse o João rindo para mim.
Dito e feito, a Rê balançava devagarinho nas duas picas enseridas no cu e na boceta dela. Em pouco tempo os dois ejacularam dentro da minha esposa e depois de se limparem se despediram. A Rê, nua e cheia de porra foi levada até a porta do elevador
e os dois a beijaram longamente despedindo-se dela. Claro que ela foi vista por outras pessoas no andar e até no elevador que desceu cheio.
Quando ela voltou para o quarto a porra escorria pelas coxas e pernas. Ela deitou na cama, abriu as pernas e disse;
-Olha bem seu corno, o que os meninos fizeram comigo. Quero que limpe tudo.

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