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sábado, 1 de novembro de 2008

Festinha na sauna

Eu me chamo Daniela Christina, tenho 22 anos e sou branquinha, cabelos castanhos claros lisos (quase loiros), olhos castanhos claros, 1,66m e 55 kg. Meus seios são médios (os mamilos são rosadinhos) e tenho um bumbum bem arrebitadinho. Minha historia começa quando fui convidada a ir a um churrasco da minha turma de colegial. Fazia muito tempo que não nos víamos e senti que seria muito legal. No dia marcado, coloquei um shortinho bem curtinho e provocante, um tomara que caia vermelhinho e uma sandalinha bem pequenininha preta. Prendi meus cabelos tipo “rabo de cavalo” e peguei carona com um rapaz, chamado Maurício. Ele era um dos colegas de turma que coincidentemente fez natação comigo por longos anos e sei exatamente como é seu corpo com sunga, e tinha a intenção de saber muito mais. O Churrasco foi muito legal. Foram muitos amigos e conversamos e rimos muito. Lá pelas tantas horas da noite, percebi que eu era a única garota entre três rapazes, o Maurício que me dera carona, o Juninho, dono da chácara e o Alfredo, que aliás era o mais bonito das três e o que me chamou mais a atenção. Conversa vai, conversa vem e o Juninho propõe uma sauninha para relaxar. Como já estava um pouco alta e com um certo tesão pela situação que me encontrava, topei. Mas primeiro tinha que fazer um pouco de suspense, dizendo que não tinha biquini. Juninho disse para eu usar um biquini de sua irmã, que sempre fica na chácara para ocasiões especiais. O biquíni era minúsculo. Mal cabia meus seios dentro dele e além do mais puxei o máximo que deu para cima para colocar um fio dental. Quando entrei na sauna, senti o chão úmido com meus pezinhos descalços e logo vi os três de cueca conversando e rindo muito. Quando eles me olharam, ficaram um pouco sem graça pois logo vi os volumes em suas cuecas. Todos os três estavam de pau duro. Na hora fiquei molhadinha. Maurício se levantou, me abraçou e pediu para que eu me sentasse e curtisse aquela sauna. Me sentei entre eles, ao lado de Maurício e Alfredo, enquanto que Juninho se levantou e ficou se exibindo à nossa frente. O tesão estava estampado em nossos rostos, mas ninguém queria tomar a iniciativa a fim de que com isso poderia causar algum constrangimento. Então Juninho sugeriu que tomássemos sauna todos nus, assim do nada. Olhamos uns para os outros e topamos. Eu então sugeri que eles tirassem as cuecas dançando como strippers e eu faria o mesmo com o biquini. Os três rapazes se levantaram do banco e começaram a dançar. Se mexeram de tudo quanto é jeito e tiraram suas cuecas ficando todos pelados. Pude observar seus paus todos duros e molhadinhos olhando para mim. Então disse para os três se sentarem e então comecei a dançar e me exibir para aqueles três machos. Antes mesmo de tirar o biquini, percebi que os três se masturbavam bem de levezinho, e eu pude sentir o que me esperava. Primeiro desamarrei a alça da parte de cima e segurei para esconder meus seios, fazendo um certo “charminho”. Fui rebolando em suas direção e neste momento Juninho se levantou e foi ao meu encontro. Ele me beijou o pescoço e despiu meus seios. Eles ficaram um tempo os observando, eu então empurrei o Juninho e disse para ele ficar sentadinho para que eu pudesse terminar meu stripper. A essa altura eu também estava com muito tesão, então tirei logo a parte de baixo do biquini ficando totalmente nua para os rapazes. Minha xoxotinha rosadinha, de poucos pelinhos, ficou à mostra e eles pareciam que estavam babando de tesão. Eu também estava com muito tesão, mal esperando a hora de ser possuída por aqueles três machos sedentos, mas me contive e pensei comigo mesma que tudo deveria ocorrer no seu devido tempo, como sempre sonhei. Disse para eles que poderíamos transar mas que eu daria as ordens “como uma rainha”. Disse também que não gostaria de ser duplamente penetrada, pois meu cuzinho ainda era virgem e gostaria que ele continuasse assim. Os três fizeram um “sim” com as cabeças concordando comigo e então disse para eles que eu iria chupá-los primeiro. Comecei então a chupar o pau de Maurício que estava entre eles, enquanto masturbava Alfredo e Juninho. Pude perceber que o pau de Alfredo era maior que dos outros dois, pois sobrava muito pau em minha mão. O pau de Maurício era o menorzinho, então chupava-o sem cerimônia, até encostar meu nariz em seus pelos pubianos. É claro que também não fazia isso sempre, pois por menor que fosse, a cabecinha sempre encostava em minha garganta. Ficamos alguns minutos nessa posição, então disse para eles trocarem de lugar, pois queria “experimentar” o pau do Alfredo. Eles trocaram de lugar e eu então comecei a chupar o pau do Alfredo. Só conseguia chupar até a metade. Então eu chupava, passava minha língua nele todo até a cabecinha, chupava de novo, respirava, chupava suas bolas até levar ele a loucura. Disse então ao Maurício para que ele chupasse minha bucetinha, a essa altura encharcada de tanto tesão. Maurício se levantou bateu de leve na minha bunda e começou a enfiar deliciosamente sua língua em minha bucetinha. Fui a loucura. Peguei os paus de Juninho e Alfredo e comecei a chupá-los mais fervorosamente. Juninho não aguentou e gozou na minha boca. Deixei que a porra escorresse sob meu corpo e não parei de chupar Alfredo. Neste momento pedi para que o Maurício me penetrasse. Ele atendeu prontamente e começou a fazer um vai e vem muito gostoso. Juninho agora se refazia do gozo ficando embaixo de mim e massageando meus seios. Fui percebendo que os movimentos de vai e vem de Maurício estavam cada vez mais rápidos, e de repente senti que ele estava gozando na minha bunda. Eu já havia gozado, mas queria ser penetrada por Alfredo. Pedi a ele para que se deitasse no chão que eu queria muito “cavalgá-lo”. Ele se deitou e eu sentei naquele pau enorme. Pedi para que Juninho não comesse me cu, pois como já tinha dito, não queria ser duplamente penetrada. Mas então ele colocou suas mão em minha bunda, abriu-a bem e eu fiquei a sua mercê. Alfredo me segurou forte e eu não pude fazer nada. Ele então enfiou um dedinho ficou com ele dentro de meu cuzinho alguns minutos e, então, ele enterrou seu pau no meu pobre cuzinho rosado. Neste momento vi estrelas e o prazer era tanto que nem dor senti. Somente gritava, urrava e berrava naquela sauna do prazer. Alfredo enterrando seu pau em minha buceta, fazendo movimentos para cima e para baixo e Juninho comendo meu cuzinho. Era demais. Maurício se levantou e começou a esfregar seu pau em minha cara, eu então abri a boca ele o enfiou nela mas não consegui chupá-lo. Ele então tirou de minha boca e começou a batê-lo de leve sobre meu rosto. Ficamos algum tempo nessa posição, não sei precisar quanto, quando senti esperma na minha bucetinha. Alfredo tinha gozado. Juninho vendo seu companheiro gozar, tirou o pau de meu cuzinho, deu umas três masturbadinhas e gozou no meu rosto. Maurício que nesse meio tempo estava se masturbando sentado no banco, também gozou em meu rosto. Caímos os quatro desfalecidos no chão da sauna. Me levantei tomei uma ducha que fica dentro da sauna e tentava me recompor quando os três vieram ao meu encontro e entraram na ducha comigo. Parecia que eles queriam mais e eles realmente queriam mais. Nos limpamos e voltamos ao banco da sauna. Agora eles disseram que eu teria que fazer o que eles mandassem. Concordei mas só pedi para que eles não usassem de violência. Maurício disse para eu ficar tranqüila e Alfredo disse para eu me deitar no banco e abrir bem as pernas. Nesse momento comecei a ficar com tesão de novo somente olhando aqueles paus semi-eretos. Me deitei no banco de frente para ele e Maurício e Juninho vieram ao meu encontro e esfregavam seus paus em meu rosto forçando-me a chupá-los. Chupava um de cada vez e de vez em quando engolia totalmente o pau de Maurício até as bolas levando-o à loucura. Enquanto chupava seus paus, Alfredo, com sua “tora” toda recomposta, esfregava seu pau na minha bucetinha. Eu então comecei a masturbar os dois e pedi para que Alfredo me penetrasse. Ele enfiou de uma vez só me fazendo urrar de dor. Mas quando ele começou um vai e vem, senti uma sensação estranha de dor e prazer. Não demorou muito e eu já estava gozando muito. Alfredo percebeu que eu estava gozando e foi mais rápido fazendo eu gritar mais e mais. Porém a intenção dele era outra. Eles perceberam que eu não queria dar o cu para o Alfredo por causa de seu pau grande. Então quando eu estava tomando uma ducha sozinha, os três haviam combinado tudinho. Alfredo então deu uma piscada para o Juninho e o Maurício e aproveitou que eu estava molinha devido ao gozo e mirou seu pau para meu cuzinho. Percebi a jogada e gelei só de pensar. Maurício e Juninho me seguraram e Alfredo enterrou com tudo. Gritei de dor. Parecia que estava arrombada, e estava mesmo. Quase desmaiei nessa hora. Apesar de ter permitido que o Juninho me comesse o meu cuzinho, nada era comparado à penetração do Alfredo. Ele então começou um movimento de vai e vem bem devagarinho para que eu me acostumasse com aquele pau em meu pobre cuzinho. Ele então me segurou e eu cruzei minhas pernas envolta de sua cintura. Nos beijamos e ele, ainda com o pau em meu cu disse que iria gozar. Eu disse, quase desmaiando, “então goza logo que eu não estou agüentando mais”. Alfredo ouvindo isso gozou novamente, agora encharcando meu cuzinho de porra. Ele me colocou no chão e eu fiquei molinha molinha. Maurício e Juninho, que estavam se masturbando enquanto assistiam a cena se ajoelharam e gozaram sob meus seios. Nós quatro ficamos no chão daquela sauna úmida por um tempinho, aí nos levantamos, tomamos banho e fomos nos trocar. Trocamos mais algumas carícias e eu os beijei na boca como uma forma carinhosa de agradecimento e despedida. Fui embora com o Maurício que me deixou em casa. No dia seguinte fiquei sem poder me sentar pois meu cuzinho ainda doía muito. Não sei quanto tempo fiquei assim, só sei que me senti realizada e muito feliz por poder ter transado com três rapazes, como há tempos eu sonhava.

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