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sábado, 1 de novembro de 2008

Feriado prolongado que maravilha!!!!!!

By: casada recatada


Olá, colegas leitores! Conforme prometido, aqui estou novamente para contar mais uma das minhas audácias sexuais e dizer que consegui torna o Edu meu mais novo amante fixo. Meu nome é Mariana e sou casada com Paulo, um homem maravilhoso. Depois de realizarmos algumas aventuras (realizando o desejo do meu marido de se torna corno), o convenci para deixar o Edu ser meu amante fixo, para não ficar saindo com pessoas estranhas e curtimos um prazer total, para entender vejam contos anteriores. Agora estamos sempre juntos passeando e nos divertindo quando possível. Sempre que podemos Eu e o Edu trocamos olhares maldosos e de puro desejo, e tivemos uma oportunidade de fazer amor na minha própria casa, enquanto meu marido viajava a trabalho. Agora vamos às novidades!!! Depois daquela foda deliciosa, falamos muitas sacanagens um pro outro, o que prometia uma próxima vez ainda melhor!! E a oportunidade foi mais rápido do que esperávamos. Eu e o Paulo temos um amigo que tem casa na praia e haveria um feriado municipal, que seria numa quinta-feira. Não havíamos combinado nada, pois eu não trabalharia na sexta-feira, mas a princípio, Paulo teria que trabalhar. Como ele tinha uma folga pra tirar, aproveitou e tirou para o mesmo dia, nos possibilitando de curtir o nosso feriadão. Na segunda-feira, ele me ligou do trabalho dizendo que conseguira a folga e perguntando o que eu achava de convidarmos Edu para viajar. Achei a idéia maravilhosa e já comecei a imaginar como seria e o que poderia rolar naquele final de semana prolongado. À noite, quando chegamos em casa, ligamos para o Edu para convidá-lo. Ele, com certeza pensando o mesmo que eu, aceitou sem muitos argumentos. Tudo combinado: sairíamos de casa na quarta-feira à noite e voltaríamos no domingo. Preparei-me física e psicologicamente para aquele feriado, comprei até uns biquínis novos e roupas sensuais, pois sabia que prometia muita sacanagem! Na quarta-feira pela manhã, Edu me ligou no trabalho, falando muita sacanagem, me deixando molhadinha em pleno horário de expediente. Disse para eu me preparar, que ele iria me enlouquecer de tanto prazer, que não mediria esforços para aproveitar comigo a nossa viagem, que iria fuder muito de novo... Nossa!!! Fiquei louca só de ouvir e imaginar! No horário combinado, fomos buscá-lo. Todos vestiam roupas bem leves e confortáveis e estávamos muito à vontade, como todas as vezes que saímos juntos. Fizemos uma viagem tranqüila, mas o trânsito estava um caos. Chegamos na praia bem tarde da noite e cheios de sono. A casa do nosso amigo é bem grande, no andar de baixo, sala, cozinha, banheiro e um ótimo espaço externo, no andar de cima, dois quartos, uma suíte e banheiro. Foi só o tempo de arrumarmos as camas, e cairmos para dormir, estávamos muitos cansados, mesmo querendo aproveitar o meu amante novo, sabia que poderia esperar para o próximo dia. Na quinta-feira, acordei cedinho, coloquei meu biquíni, com uma saída de praia por cima, dei uma geral na casa e comecei a preparar o café da manhã. Tomamos um ótimo café da manhã e os meus dois homens descansados da viagem me elogiaram por isso. Passamos o resto do dia na praia e sempre que possível e sem deixar que os outros percebessem, dávamos (eu e o Edu) um mergulho juntos, ou ficávamos a sós na areia, só falando sacanagens. Voltamos para casa já no finalzinho da tarde e todos tomamos uma boa ducha no chuveiro que tinha no quintal. Eu me exibia pros meus machos a vontade. Eles também passavam o dia de sunga pra lá e pra cá. Depois dessa ducha, nos secamos ao ar livre e entramos para tomar um banho de verdade. Enquanto Paulo foi para o banho, fui para o quarto pegar as roupas pra mim e Paulo e foi aí que a sacanagem começou. O Edu entrou no quarto e fizemos amor loucamente. Edu me pegou por trás, e ficou esfregando aquela rola já dura na minha bunda. Arrancou meu biquíni e caiu de boca na minha bucetinha. Fiz o mesmo com ele e pedi para que me penetrasse. Foi maravilhoso! Amo meu marido por deixar eu ter um amante. Gozei muito gostoso enquanto meu marido estava no banho. Depois fomos tomar banho os dois juntos, Edu me lavava e admirava meu corpo, eu louca me abaixei e fiz ele gozar na minha boca. Depois nos juntamos ao meu marido e fomos para o quintal e começamos a jogar carta. De vez em quando, Edu esfregava suas pernas nas minhas por baixo da mesa, e só aquilo já me arrepiava toda. Naquela noite, ainda quinta-feira, não estávamos muito animados para sair e resolvemos continuar o nosso carteado até dar sono. Fazíamos uns intervalos para comer e beber algo e assim ficamos até cansar. Paulo já estava cochilando no sofá e como ele sabia que eu seria só do Edu aquele fds (antes de sairmos para a viajem coloquei as regras, que ele dormiria no quarto de hospedes e se eu deixasse ele poderia me comer também, mas a principio seria só o Edu), Paulo levantou-se ainda meio zonzo de sono e de cerveja e foi para o seu quarto. Pronto!!!! Agora sim o feriado prolongado iria começar de verdade. Eu e Edu começamos a nos acariciar e nossos sexos já davam sinal de vida. Ele usava apenas uma bermuda, sem cueca. Eu, uma blusinha sem sutiã, um short e uma minúscula calcinha. Nos beijamos deliciosamente quase que deitados no sofá da sala e nossos gemidos eram abafados pelo som ligado. Ele levantou minha blusa e chupou meus peitinhos, enquanto eu abria sua bermuda para punhetar aquele cacetão, que já estava quase pulando pra fora dela. Chupei seu pau até ele gozar gostoso na minha boca, e ele retribuíra fazendo o mesmo comigo. Ele, todo animadinho logo em seguida meteu o cacete nela. Gozei muito! Foi muito bom!!! E ele me chamando: Vem, cá, minha putinha casada...ta na hora de gozar e engolir esse caralho com essa bucetinha , tesuda!. Eu adoro receber aquela vara é muito grande e arromba minha buceta. Edu sorria satisfeito, abria minhas pernas, e metia arregaçando bem minha bucetinha. As mãos do Edu arreganhavam minhas nádegas, e a xoxota abria-se lentamente e engolia o caralho grande e duro. Eu comecei a urrrar e chorar no caralho do Edu, gritava a cada estocada daquela rola, não se importava com nada, nem lembrava do meu corninho que dormia tranquilamente no andar de cima. Enquanto sua esposa estava totalmente arreganhada no sofá da sala, a mercê daquele caralho enorme que a subjugava. E Edu falava: Olha meu amorzinho como está sendo fudida, não era isso que você queria! Vou fazê-la engolir tudo nessa boceta!. Ele metia fundo. Depois de muito tempo pela intensidade (foram só 3hora de prazer), nos abraçamos bem forte nossos corpos e gozamos juntos, e ficamos desfalecidos por alguns instantes. Na minha cabeça só de imaginar que era o primeiro dia de meteção com o Edu naquele fds eu já ficava molhadinha. Ele deixou minha buceta toda arrombada, inchada e vermelha. Na hora que resolvemos ir para o quarto o excesso de porra do Edu escorria pela minha coxa, enquanto a gente caminhava. Fomos tomar um banho e dormir, já que tínhamos vários dias pela frente, longe de tudo e todos. Quando acordei na manhã de sexta-feira, Paulo já estava de pé. Disse que iria até o supermercado comprar umas coisas, embora eu tenha dito que não precisava, ele fez questão, queria mostrar o tão corninho que se tornou. O supermercado ficava um pouco distante da casa, então ele pegou a chave e foi com o nosso carro. Assim que Paulo saiu voltei até o quarto onde Edu ainda dormia. Ele estava só de sunga e eu, ainda de camisola. Comecei a beijá-lo e já passando as mãos no seu pau, que logo deu sinal de vida. Ele abriu os olhos e perguntou: Bom dia, cadê Paulo?, ao que eu respondi: Relaxa, o feriado é só pra nós. Ele ficou louco e me puxou pra cima dele com vontade, levantando minha camisola e esfregando seu pau na minha bucetinha ainda por cima da calcinha, enquanto suas mãos passeavam pelo meu corpo. Sedentos de prazer, tiramos a calcinha e a cueca e, sem ao menos fazermos umas preliminares, minha bucetinha engoliu aquele cacetão. Eu estava por cima, e desta vez era eu quem comandava. Cavalgava naquela pica como uma louca, e ele pedia: Isso, mais... goza junto comigo, apertava meus petinhos, metia o dedo no meu cuzinho, dizia: Quero seu cuzinho... Você vai dar seu cuzinho pro seu macho esse fds, vai? Quero encher ele com a minha porra, quero fazer você gritar de prazer... e naquele entra e sai delicioso, chegamos ao orgasmo juntos, e foi demais!!! Quando estávamos nos refazendo, ouvi um barulho na porta. Era meu corninho que havia chegado das compras. Lá de baixo ele perguntou, como está o casal de pombinhos? Eu respondi: Estamos no quarto e bem!. Troquei-me, coloquei um biquíni lindo, um shortinho e desci. Ele perguntou: Edu ainda está dormindo?. Respondi, não ele acabara de gozar gostoso comendo a bucetinha da sua esposinha... RS...Vai tomar um banho e já desce. Arrumamos as compras que ele fez, esperamos o Edu tomar um café e fomos os três pra praia tomar um sol e curtir um pouco. Mais um dia se passou e tudo correu bem, sarros na água, na areia e nos quiosques, tudo no maior respeito e integridade do meu casamento. À noite, fomos ao centro da cidade, no intuito de tomarmos um vinho e comprar umas coisinhas pessoais. Perdemos noção do tempo e ficamos bebendo vinho e papeando até às 2h da manhã. Paulo meu marido estava muito fogoso, talvez pelo excesso de bebida, e queria fazer amor de qualquer jeito conosco, eu disse para ele que não, quem me comeria nesse feriadão seria só o Edu, e que se ele quisesse ficasse batendo uma, vendo eu receber a vara de outro homem. Fomos embora pra casa e mal entramos, e já fui pegando Edu pela mão e arrastei para o quarto, onde rapidamente nos despimos e ele começou a chupar cada um dos meus seios, como um bebezinho e eu gritava dizendo chupa, chupa, me mata de tesão, ele os abocanhou e ficou mamando longamente cada um dos seios, chupando e mordiscando os mamilos, passando a língua, e eu não conseguia conter os gemidos, eu continuava a me molhar tanto que sentia meu liquido escorrer pelas coxas e meu corninho coitado, a tudo via sentado numa poltrona ao lado, batendo uma punheta. Depois Edu começou a me descer mais, até minha boca chegar em seu pênis grande e grosso, eu comecei a chupar, beijar e babar naquele mastro. Ele se curvou e começou a acariciar minha vagina, do clitóris até o anus. Ele olhou para mim, e perguntou, posso te foder agora, não agüento mais, eu assenti com a cabeça. Ele disse então pede para seu corninho pedir pra eu te comer Eu disse, Amor você não quer me matar de tesão né, pede para o malvado do Edu, por favor me come toda, ele continuou, dizendo que eu tinha que pedir para o corno pedir para meter o pau na esposinha puta dele, e eu disse, por favor, Paulo fala pro safado me foder logo com esse pauzão...Paulo já tava de cara que queria participar, e agora teria que pedir pra outro homem comer sua esposa. Eu falei pra ele: Quem manda ter o desejo de ser corno, e era a primeira vez naquele fds que Paulo assistia, nos dias anteriores ele dormia tranquilamente em seu quarto. Paulo, olhou pra mim e falou: Edu, come essa vadia logo, apaga o fogo dela!!...Aí Edu prontamente atendeu o pedido e começou a pincelar aquele pauzão na minha bucetinha. Eu doida pela situação, gritava: me come, me fode, por favor, não estou agüentando de tesão. Ele com as mãos, encaixou a cabeça do pênis na minha vagina e começou a penetrar lentamente. Eu só sentia o quanto Edu era bem dotado, ia me abrindo toda centímetro a centímetro, bem lentamente enquanto ele me beijava e nossas línguas se encontravam. Sentia a cabeça do pênis tocar meu útero, e falava pro meu corninho que nunca senti o pinto dele assim. Edu dizia, puta merda, que delicia de buceta nossa mulherzinha tem hen Paulo, apertadinha, quente, molhada, lisinha e mordendo meu cacete. Quando entrava tudo, ele com as mãos fortes me suspendia para que o pênis fosse saindo pouco a pouco e depois enterrava tudo outra vez, só para provocar o Paulo, que queria curtir aquele momento junto mais só ia ficar no desejo. Passado algum tempo que seu pênis invadia minha bucetinha, não agüentei e gozei aos gritos, sentindo um grande tesão. Comecei a estremecer e a gemer, e ele não agüentou e ejaculou dentro, bem no útero, gritando puta que o pariu, não agüento mais,vou encher sua bucetinha, toma meu leitinho, toma, senti um jato forte, quente e prolongado em várias golfadas. Metemos gostoso até umas 5horas da madrugada, em várias posições, mas para não deixar meu corninho triste não quis dar o cuzinho para o Edu naquela noite e fomos dormi, descansar depois de uma bela foda. Na manhã de sábado, eu ainda me sentia toda melada e logo que acordei, fui direto para o chuveiro. Coloquei meu biquíni mais sensual que havia comprado e fui preparar o café. Enquanto os rapazes não desciam, eu imaginava as trepadas maravilhosas que tive, mesmo não dando o cuzinho para o Edu que estava insaciável. Pensava comigo mesma, que ótima escolha de amante eu fiz. Quando estava tomando café, os dois desceram. Paulo só de sunga e Edu de bermuda. Percebendo a intenção de Edu, eu disse: Pelo que eu estou vendo vão todos à praia e eu vou ficar sozinha, né?; Paulo respondeu: Ué! E você não vai à praia por quê?; respondi que queria fazer uma comidinha gostosa pra gente, que estava sentindo falta de comida caseira. Edu se ofereceu então para ficar e me ajudar, mas eu disse que estava brincando e não via problemas em ficar sozinha. Que eles poderiam aproveitar a praia e que de repente eu apareceria depois. Mais ou menos uma hora e meia depois, ouço um barulho na porta e, tal qual não foi nenhuma surpresa, era Edu. Disse que não poderia deixar de aproveitar que eu estava só e inventou de comprar uns peixes, dizendo para Paulo que levaria pra eu preparar, já que dissera que iria fazer almoço. Como eu já disse, passávamos praticamente o dia todo com trajes de banho, basicamente pouca roupa, o que, no meu caso, facilitava bastante. Ele já chegou me agarrando, me beijando e deslizando as mãos sobre o meu corpo. Afastou a parte de cima do meu biquíni e chupou os meus peitinhos, me deixando louca. Eu já tentava abrir sua bermuda, queria ver, acariciar e chupar aquele cacete maravilhoso, que já estava em ponto de bala. Foi quando, metendo as mãos na minha bunda por baixo do biquíni, ele disse: Vou comer esse cuzinho agora, não vou?; aquilo foi suficiente pra me subir aquele calor. Respondi: Claro! Era tudo que eu queria!; Ele tirou os lacinhos do meu biquíni, que desceu pelas minhas pernas. Ele me segurou pela cintura levantando meu corpo, eu abracei-o com minhas pernas e assim fomos para a sala. Ele me deitou no sofá e passava o pau na entrada da minha bucetinha, lubrificando-a cada vez mais, e alternava com o meu cuzinho. Fez isso diversas vezes, enquanto com os dedos, fazia movimentos circulares nele, ora metendo o dedo até o fundo, para atiçá-lo cada vez mais. Tinha a sensação de que meu cuzinho estava piscando de tanto tesão e pedi: Vai, meu amor, meu garanhão... Mete esse pau no cuzinho da sua putinha casada, vai...; ele imediatamente me colocou de pé de costas pra ele, colocou minha perna esquerda sobre o sofá e começou a meter só a cabecinha daquele cacete no meu cuzinho. Eu já gemia de excitação. Fui rebolando, rebolando bem gostoso deixando-o alucinado pra enterrar logo tudo até o talo. Quanto mais eu rebolava, mais um pouquinho entrava. Percebendo que ele não metia tudo de uma vez por medo de me machucar, empinei a bunda pra trás, enterrando tudo de uma vez. Senti uma dorzinha, que logo se transformou em prazer. Chegaram a sair lágrimas dos meus olhos, mesmo já tendo levado aquela rola por trás algumas vezes, mas o prazer que sentíamos era inestimável. Ele iniciou aquele clássico vai e vem, alternando com reboladas, onde eu sentia suas bolas batendo bem próximo da minha bucetinha. Que delícia! Eu dizia: Ta delicioso Mete gostoso no meu cuzinho, mete... Rebola gostoso que eu quero gozar no teu pau socando meu rabo...; Invertíamos de posição toda hora. Ele estava alucinado, já havia passado um tempão quando ele disse: Aiiiii... Vou gozarrrrrrr!!! Você me deixa louuuuuuuuco!!!; e explodiu num gozo delicioso, que eu sentia queimar dentro de mim. Ele continuou metendo no meu cuzinho, e com as mãos, acariciava o meu clitóris, que estava durinho e saliente de tanto tesão. Mais alguns segundos e eu também explodi num gozo frenético, gemendo: Que pica maravilhosa, não para que eu vou gozar. E quanto mais eu falava, mais ele metia. Foi maravilhoso dar meu cuzinho pra ele novamente. Tomamos um banho juntos e ele voltou pra praia, para encontrar com o Paulo no quiosque. Combinamos que ele diria que eu não fui para continuar preparando o almoço. Por volta das 14h, Edu e Paulo chegaram para almoçar. O resto do dia foi normal para todos. Não saímos à noite, pois queríamos aproveitar o ultimo dia antes de voltarmos para casa. Edu falou pro Paulo, é hoje que vou fuder sua esposa, minha putinha a noite inteira. Ele me arrastou para o quarto e assim chegando lá, ele foi me beijando e tirando minha roupa, praticamente nada, porque continuava só de biquíni e ele de bermudão. Fiquei peladinha, e ajudei-o a tirar a sua. Nós dois pelados e ele me olhando. Eu perguntei: -O que foi? Porque está me olhado assim? Ele disse: -Porque eu adoro olhar você pelada por completo. Seus peitos, sua bucetinha e suas pernas. Seu corpão lindo e gostoso que você tem, fico grato do Paulo deixar eu ser seu amante, você é linda demais e começou a me beijar, e daí foi chupando meu corpo, descendo até a buceta, onde deu um banho de língua em mim, que nesta altura eu já enfiaria qualquer coisa dentro de minha buceta, pois não agüentava mais de tanto tesão. Ele me pegou, me levou até a cama, e pediu para que eu chupasse o seu pau. Fizemos um 69 e depois ele começou a chupar de novo minha buceta e eu gritando: -Quero pau na minha buceta. Enfia essa tora na minha buceta me rasga por inteira e depois atola esse mastro no meu cú, e meu corninho só vai ficar olhando de novo e batendo sua punhetinha. Logo Edu começou a colocar o pau na entrada de minha buceta e eu gritei: -Enfia tudo de uma vez. Mas ele foi devagarzinho, colocando na minha buceta, só para me provocar. Eu desesperada gritava: enfia tudo até as bolas do seu saco, junto. Arregace minha buceta. Ai ele enfiou tudo de uma vez e ficou bombando. Não demorou e eu gemia de felicidade. Estava gozando com aquele cassetão duro dentro de minha buceta e vendo o Paulo batendo uma, vendo a cena de sua linda esposinha levando vara de outro. Ele continuava metendo e eu gozando bastante mesmo. Depois de muitas gozadas por minha parte, ele disse: - Agora empina esse rabão praticamente na cara de seu corninho que ele vai ver como se come um cu de uma safada casada. Ai que tesão me dá ouvir e falar assim, provocando meu maridinho. Eu perguntava pro Paulo: Você não acha ruim ele falar assim com você. Ele disse: - Adoro ver vocês dois metendo, a única importância pra mim é que ele te faça gozar gostoso, e desde que te liberei para realizar minha vontade de ser corno já era com segundas intenções de te fazer uma putinha, dando pra outros homens, agora só para o Edu, mas só entre quatro paredes, respeitando nossa vida social. Enfim, Edu com calma, e muito bem lubrificado penetrava no meu cú, sem nenhuma dificuldade e eu gritava: Fode gostoso meu macho, faz eu gozar nesse paú pelo meu cuzão. Ele acelerou o ritmo das estocadas e depois de algum tempo gozamos os três junto, Edu e Eu na cama e meu corninho com sua punhetinha na poltrona na barriga coitado. Fomos tomar banho juntos. Chupei sua rola de novo e continuamos a meter mais, até se cansar. Eu estava feliz, realizda pelo feriado prolongado que eu tive, era pau na buceta e no cú, mais as chupetas que ele gostava tanto. Adoro meu amante e mais ainda amo meu marido por me deixar aproveitar o melhor do sexo. Fomos dormir altas horas da madrugada, satisfeitos para descansar para a viagem de volta no domingo. Ao amanhecer, preparamos um café da manhã reforçado para recuperamos as energias e seguirmos de volta para casa, pois Paulo queria chegar cedo em casa. Logo após o café, fomos preparar as coisas para a volta. Voltamos tranqüilo para casa. Agora até a próxima, e se gostaram, me escrevam. Ficou longo, mas quis contar os detalhes de como foi maravilhos. Beijos deliciosos... como eu! rs...
E-mail= garsan23@ibest.com.br

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