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sábado, 1 de novembro de 2008

Estrupada no mato

Domingo eu ia para o sitio da minha avó, numa cidadezinha do interior, quando resolvi pegar uma estrada de terra, toda arborizada. Fui andando no sentido que achava certo, mas acabei me perdendo, depois de três ou quatro cruzamentos sem indicação de placa. Na contramão vinha uma camionete, com dois homens de meia idade, tentei desviar e a roda do meu carro caiu num barranco. Eles pararam para me ajudar. Pelo cheiro, percebi que tinham bebido, achei que eles não iam conseguir tirar meu carro do barranco. Eu tinha razão. Eles faziam força, mas não conseguiam nada. Até que se prontificaram a me levar numa vila ali perto, para buscar ajuda. Entrei com eles na camionete, mas como os dois eram gordos, estava muito apertado. Eles tinham umas latinhas de cerveja e iam bebendo, sem pressa nenhuma de chegar na vila. Até que resolveram parar um pouco pra fazer xixi no mato e quando voltaram, estavam com um jeito estranho de falar e de me olhar. - A moça não quer descer pra esticar as pernas? - Não, obrigada, tenho um pouco de pressa para tirar meu carro do barranco e voltar pra estrada. - Só um pouquinho, desce, vem, faz companhia pra gente cinco minutos e já saímos daqui. O cara que disse isso chegou até mim, me estendeu a mão para me ajudar a sair, achei melhor descer, para não criar caso e irmos embora logo. Ele era um homem alto, forte, meio gordo, em vez de ajudar a descer, me pegou no colo. - Que é isso, moço, me põe no chão, por favor... - Psiiiiiiiiiiuuuuuuu princesinha, fica quietinha que o titio vai te levar ver uma paisagem bonita logo ali. Me apertando com força ele começou a andar rápido em direção a uns arbustos, o amigo veio junto, eu ia me debatendo no colo dele, falando pra me por no chão, senão eu ia gritar. - Que gata mais brava, mas você fica tão bonitinha assim, querendo escapar dos meus braços, parece uma garotinha levada. Olha que bonito aqui, olha, esses arbustos, essa sombra, um lugar sossegado, vamos brincar um pouquinho depois voltamos pra estrada. - Eu não vou brincar com ninguém, vocês deviam estar em casa cuidando dos netos, será que não se enxergam? - Menina, menina... sabe o que o titio devia fazer com você, pra te ensinar a ser educada? Bater nesse teu bumbum gostoso... olha teu shortinho como está todo agarrado, marcando tuas rachinhas... e você quer que a gente fique bem comportado? Impossível, minha linda. - Põe ela no chão logo, cara, põe no chão que eu não estou m agüentando... (disse o outro homem, um moreno de uns 40 e tantos anos, com bigode enorme, barba por fazer, todo suado). Só ai percebi direito o que ia acontecer e comecei a chorar desesperadamente enquanto ele me punha no chão e me segurava por trás, pelos braços. - Por favor, me deixa ir embora, eu quero ir, minha avó está me esperando... - Você já vai, princesa, é rápido, uma vez só com cada um e nós voltamos pra estrada. O moreno disse isso enquanto desabotoava a calça e tirava a camiseta toda suada. Seu peito era peludo, meio grisalho. Tentei correr, mas o outro me agarrou pelo braço com mais força ainda, me machucando. O moreno me deu um tapa no rosto e falou: - Agora chega de manha garota. Ou você se comporta direitinho ou vi se machucar. Eu não parava de chorar, ele fez um carinho no meu rosto e começou a passar a língua para secar minhas lágrimas. - Você vai ver, meu anjo, como os dois coroas aqui são carinhosos. Ele ia desabotoando minha blusa meus seios ficaram de fora. - Aiiiiiiiiiiii que tetas gostosas. O titio não via umas tetinhas assim há muito tempo. Vem, dá de mamar pro titio, dá... Ele grudou a boca nos meus seios e sugava feito nenê, sugava forte, como macho com tesão. O outro, que me segurava os meus braços, colou o corpo no meu, pude sentir o tamanho do pau dele, me tocando por trás. O moreno ia mamando e descendo a boca pelo meu corpo, enfiou a língua no meu umbigo, ajoelhou e desabotoou meu short, abaixando até os pés, junto com a calcinha, me fez tirar os pés e jogou minha roupa de lado. O amigo dele continuava segurando meus braços, com apenas uma mão. Com a outra tirou minha blusa. Eu estava nua. - Como é seu nome, princesa? - Mara (respondi soluçando). - Mara, que nome bonito. Marinha, você agora vai ser chupada como toda princesa merece ser, viu? O titio vai mamar teu grelinho, querida, pra te dar prazer também. Ajoelhado, ele abriu minha buceta com os dedos, deixou meu grelinho amostra e lambeu, chupou, mordeu até me sentir molhada. O amigo dele me abraçava com os dois braços, apalpando meus seios, enfiando a língua na minha orelha, chupando forte meu pescoço. - Hummmmmmm, a princesinha ta ficando com tesão pelos titios, olha a bucetinha dela como ta melada... O moreno dizia isso passando o dedo na minha xoxota e mostrando para o amigo. Os dois riam. - Agora vem me agradecer a mamada que te dei. Ajoelha e começa logo com isso que meu pau vai estourar. - Nem morta vou fazer isso. Nem morta. Acabei de dizer isso e levei outro tapa na cara, com mais força. E depois mais outro. Fiquei apavorada. O gordo que me segurava os braços, puxou forte meu cabelo, me fazendo ajoelhar. O moreno já estava com o pinto pra fora, n direção da minha boca. - Se você me morder vai se arrepender. É pra mamar gostoso. Sem alternativa, comecei o boquete. Ele gemia e fodia minha boca. O amigo me soltou e foi logo abaixando a calça pra ter a parte dele também. Se ajoelhou atrás de mim encaixou o pau na minha buceta, por trás. Deu uma estocada e entrou tudo. Apesar de apavorada,eu estava úmida de tesão. - Aiiiiiiiiiiiiiiiiiii, que xoxota molhadinha. Essa vadia tava querendo pica, cara, ela ta toda melada. Dizendo isso, ele deu umas estocadas fortes e em pouco tempo gozou dentro de mim. - Puta tesuda, você me fez gozar muito rápido. Que tesão de buceta você tem, menina. Nisso, o moreno tirou o pau da minha boca, fez um carinho no meu cabelo e falou pra mim... - Marinha, fica de 4 pro titio, tica, não quero gozar na sua boca. - Não, por favor, chega, me deixa ir embora.(eu dizia isso de joelhos, chorando) - Mara, meu amor, só mais um pouco e já vai acabar. Mas o titio precisa gozar, querida. Faz o que mandei e eu acabo logo, ta? Prometo ser bem carinhoso, não vai doer. Você não vai querer apanhar de novo nesse rostinho tão lindo, vai? Mostra que você é boazinha e fica de 4. Eu só ouvia a respiração ofegante dele e o riso debochado do amigo. Fiquei de 4. - Isso, querida. Assim. Você sta um tesão desse jeito, feito uma cadelinha loira. Agora empina bem a bunda e rebola um pouco. - Não, por favor, chega, você prometeu acabar logo com isso, então acaba, não faz isso comigo. Mal acabei de falar e sinto um ardido na bunda. Ele tinha me dado um tapa com toda força. Desequilibrei e caí no chão. - Viu o que acontece com menina desobediente, Mara? Fica de 4, empina a bunda e rebola um pouco pra nós, como uma cadela obediente. Me pus de 4 novamente, empinei a bunda o mais que pude, sentindo a pele do meu cu repuxada, de tão empinada que eu estava. E nessa posição comecei a rebolar. - Puta merca, que tesão, cara. Essa garota tá me deixando de cacete duro de novo (disse o cara que tinha acabado de gozar). Ele disse isso e me chamou com os dedos, como se chama uma cadela.... - Vem, cadelinha, vem, vem aqui tomar o leitinho do titio.... Eu sabia que se não fosse ia apanhar de novo e fui andando, de 4, até chegar perto dele, que me deu o pau ainda mole pra chupar. O moreno se encaixou por trás de mim, segurando minha cintura e encostou o pau no meu rabo. Sentindo que ia me machucar, ele passou a mão na minha xoxota, daonde escorria a porra do amigo dele e espalhou um montão no meu cuzinho. Encostou de novo e forçou. - Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, ta doendo (gritei, com lágrimas nos olhos). - Calma cara, não machuca o bumbum da princesa senão ela morde meu pau (disse o cara que eu chupava). - Porra, então espera que você já teve o seu. Deixa eu enfiar direito que o rabo dela é muito apertado, depois você dá de mamar de novo pra cabritinha. Devagarinho, devagarinho, ele foi enfiando,enfiando, até que ficou com o pau inteiro na minha bunda. - Pronto, princesa, agora mama esse insaciável aí, que ele vai te dar um leitinho gostoso. Nessa posição, enrabada por um e sendo fodida na boca pelo outro, tive que rebolar do jeito que eles queriam, até que os dois gozaram. Quando vi que eles tinham terminado, deitei na grama, aliviada, até que senti as mãos fortes do moreno me segurando. - Antes de ir embora, Marinha, nós vamos te agradecer o prazer que você nos deu. Ele me virou de barriga pra cima, deitada na grama, segurando meus braços. O amigo sentou nas minhas pernas, entreabertas e começou a me tocar uma siririca. Aquele dedo acariciando meu grelo, pressionando, beliscando de leve, foi me enlouquecendo, até que perdi o controle do meu corpo. Comecei a gemer e a rebolar no dedo dele, até que um fogo tomou conta de mim e explodi num orgasmo que parecia não ter mais fim. Se vc curte esse tipo de fantasia, o de estupro, por favor entre em contato, pois poderemos trocar material e informacoes pois tenho um grande acervo de fotos, VIDEOS e contos!!!! entre em contato com o email osenhordoscontos@zipmail.com.br

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