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sábado, 1 de novembro de 2008

Corno no trabalho

Essa também foi uma história interessante. Trabalho em uma grande multinacional de softwares, tenho um cargo comum dentro de um departamento com inúmeros funcionários. Meu chefe, aquele do tipo que não trabalha por nada desse mundo, faz o tipo machão, camisa aberta, conversa mole, entre outros detalhes.

Eu não fazia idéia que as ligações e e-mails da empresa eram monitorados. Sou corno assumido e vivo pedindo a minha namorada que me traia. Adoro quando ela me trai, mesmo que eu não esteja por perto, portanto que eu saiba os detalhes.

Um dia meu chefe me chamou na sala dele, começou com um papo estranho, perguntou da família, do tempo livre, da namorada e acho que quando criou coragem suficiente foi ao assunto: mostrou um e-mail que eu havia mandado para ele e disse de forma clara que queria que eu a levasse na empresa, porque ele a comeria na minha frente, caso contrário eu estava na rua.

Cheguei em casa aquela noite e contei a ela o ocorrido. Ela riu durante um bom tempo, depois disse que no dia seguinte passaria na empresa para resolver meu problema. Fui trabalhar e não tirava aquilo da cabeça. Logo que ele chegou fui a sala dele e contei o que ela havia dito. Ele deu dois tapas camaradas e fortes no meu rosto dizendo:
- Assim que eu gosto!

Por volta das dez horas da manhã ela chegou. Como já mencionei em outro relato, Camila, minha namorada, é loirinha e tem seios grandes apesar de ser magrinha e com um sorriso largo e bonito. Ela chegou, fui ate a portaria busca-la com a desculpa com a desculpa de que se tratava um cliente e a levei até a sala dele.

Logo que cheguei na minha mesa, meu telefone tocou, era ele me mandando voltar. Logo que cheguei e abri a porta viu ela de joelhos chupando o pau dele. Ela olhou para minha cara e disse:
- Olha corninho, para variar maior que o seu. Mostrando o pau dele já todo babado.
Fechei a porta mais que depressa com medo de alguém ver ou ouvir aquilo. Ele disse, senta ali, apontado uma cadeira da mesa de reuniões. Ela continuou chupando até o pau dele ficar bem duro. Ficou de pé, tirou toda a roupa, sento na mesa onde eu estava e me disse, abre minhas pernas para ele me comer. Os dois riam enquanto eu segurava por trás as pernas dela abertas.

Quando ele foi gozar mandou ela se ajoelhar, mas ela disse:
- Na minha cara não, na dele.
Fiquei de joelhos e meu chefe simplesmente lavou minha cara com porra. Antes de eu levantar ela mandou:
- Beija o pau dele e agradece.
Beije a ponta do pinto melado, disse obrigado.

Limpei meu rosto na mão para tirar o excesso de porra fui pra banheiro me lavar. Quando voltei para minha mesa ela já havia ido embora.

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