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sábado, 1 de novembro de 2008

Corno manso e algemado

Meu nome é Jorge, tenho 42 anos, sou advogado e estou no meu segundo casamento, sou casado com Ana, que tem 35 anos e trabalha na Polícia Civil na área administrativa. Somos casados há 6 anos, e temos uma vida sexual muito ativa mas sempre entre nós dois, fantasiamos muito, usamos brinquedos que compramos juntos, vamos muito a motéis e assim tocamos a vida. Faz um tempo a relação acabou caindo na rotina, o que é normal dado o tempo e o trabalho estressante de ambos, para apimentarmos começamos a fantasiar que estávamos com outros parceiros o que acabou nos excitando muito, Ana ficava muito excitada cada vez que dizia que ela estava sendo comida por um negão piçudo, a coisa foi crescendo muito, imaginávamos outras mulheres e homens com nós dois na cama, mas nunca tivemos coragem de realizar tais fantasias, até o fato que vou descrever.

Cada vez mais pedia a Ana que colocássemos uma mulher na relação, mas me excitava muito imaginá-la sendo comida por outro homem, mas não admitia diretamente, adorava usar suas algemas e sua arma para subjugá-la na hora do sexo, ela sempre entrava no clima, ela me dizia que colocaria outra mulher se eu deixasse um negão comê-la sem parar, disfarçava mas me excitava muito, até o dia que concordei, mas nunca acreditei que ela fosse realizar as nossas fantasias.

No dia dos namorados de 2007, Ana me liga pedido para sair mais cedo, pois ela tinha reservado um restaurante e um motel para comemorarmos, adorei a idéia, jantamos estava tudo maravilhoso, comemos peixe com camarão tomamos quase duas garrafas de vinho, estávamos pronto. Ana dirigia até o motel e me dizia que tinha uma surpresinha para mim, imaginei roupas, brinquedos, mas nunca o que me esperava.

Entramos no quarto, Ana ligou no celular não ouvi para quem, ela disse que ia tomar um banho fiquei olhando, Ana é uma mulher muito bonita morena de cabelos castanhos, crespos com mechas mais claras, a sua pele é levemente morena, seus olhos são castanhos claros, ela tem 1,67 e 58kg, ela malha bastante tem um corpaço chama muita atenção na praia, tem uma bunda linda que eu adoro, muito pouca celulite, ela se cuida muito, os seios da Ana são pequenos com os mamilos pequenos e com os biquinho que ficam, sempre, muito durinhos, que eu adoro mordiscar e brincar, ela é muito sensível nos seios, a sua bocetinha é apertada, mas o que eu adoro é o seu cheiro quando fica molhada, adoro fazer sexo oral nela, e seu cuzinho é mais apertado ainda, ela me dá o seu botãozinho, mas é raro, uma vez por mês no máximo.

Ana saiu do banho, linda, vestindo um conjuntinho da saía e calcinha preta rendada, semitransparente que deixava seus seios e pepeca a mostra ela me levantou me beijou e me levou até uma cadeira erótica que tinha no quarto do motel, me sentou foi até a sua bolsa pegou duas algemas me algemou os punhos em uma barra de ferro tipo pole-dance que tinha atrás da cadeira, e algemou meus pés, antes tirou a minha roupa delicadamente me beijando por inteiro, ainda ficou mamando um bom tempo no meu pau. Fiquei totalmente a mercê de Ana, sem poder fazer nada, quando estava quase gozando em sua boca ela parou se levantou e foi em direção a porta do quarto do motel, perguntei:

- O que tu vais fazer?

Ela me olhou e sorriu.

Abriu a porta, foi quando eu vi entrar dois sujeitos, fiquei apavorado, pedia para ela me soltar, dizia o que era isso, disse que ia matá-la, ela veio em minha direção me mandou calar a boca, disse no meu ouvido aproveita e olha, aquela vadia ia dar para dois bem na minha frente, tirou da bolsa uma fita plástica e disse que se eu não parasse ia me amordaçar. Virou para os dois e foi ao encontro de ambos. Os dois sujeitos a abraçaram e começaram a beijá-la e passar a mão pelo seu corpo primeiro de maneira calma depois foram se excitando e começaram a arrancar a roupa de Ana, deixando-na totalmente nua, um dos sujeitos era alto quase 1,90 negro daqueles bem escuros com uma boca enorme, magro, mas forte, foi quando ele a fez se ajoelhar e abaixou a sua calça, tomei um susto o pau no cara pulou para fora batendo em todo lado do seu rosto era imenso deveria ter uns 24cm, era grosso que ela nem conseguia fechar a mão nele, aquela puta pegou ele na mão e começou a mamar alucinadamente, ela me olhou e disse:

- Era isso que tu querias né? Olha que pau enorme, ele nem deixou ela terminar a frase e foi metendo o pau em sua boca. O outro era menor devia ter 1,75 de altura era mulato de olhos verdes, muito bonito, com um corpo bem definido, se despiu na minha frente e já estava com o pau duro feito pedra, também tinha um pau maior que o meu deveria ter uns 18cm, o meu tem 16cm, ele se virou para mim e disse para Ana:

- Olha o corno esta excitado, e o pior é que eu estava mesmo o meu pau estava duro feito rocha, estava nu não podia disfarçar ele veio por trás de Ana e começou a apalpar seus seios, beijar a sua nuca, ela gemia de prazer, a sua maquiagem, em volta dos olhos, já escorria pelo rosto pelo sufocamento que o pau do negrão lhe proporcionava, o menor colocou a mão por trás chegando na sua bocetinha, passou a mão e me disse:

- Olha como a puta ta toda molhada, virou a mão em minha direção e pude ver seus dedos todos melados.

É impressionante como nos homens achamos que só a gente pode ter prazer com outras e que a nossa mulherzinha jamais seria capaz de ter prazer com um total desconhecido, pura ilusão meus amigos, via a minha mulher na minha frente gemer e gritar de prazer com dois estranhos. Eu via Ana ser tratada como sempre tratamos, ou sonhamos tratar, as putas que comemos, Ana era tratada como puta e estava adorando, eu via ela fazer coisas que dificilmente fazia comigo, dá uma raiva e um tesão gente.

O menor deitou por baixo de Ana e começou a chupá-la freneticamente chupava seu clitóris e metia um, dois, três dedos na sua vagina ela rebolava e gemia sem parar, ele a colocou de quatro e de uma só vez, sem dó, meteu até seu corpo bater no dela (com camisinha) ela gritava olhava para trás e mandava ele meter, dizia se era só aquilo que ele tinha, que queria mais, sinceramente, nunca vi Ana assim, ela estava descontrolada, alucinada, ele metia com tudo ficou de pé e enterrava na sua buceta, eu podia ouvir o barulho dele metendo nela. O maior começou a gemer mais alto e vi quando ele gozou dentro de sua boca ela deixou escorrer pelo lado até cair no chão, ele deu dois passou para trás, o pau dele já apontava para o chão quase chagava até o joelho era realmente enorme, o outro metia sem parar, foi quando ele tirou e começou a forçar o seu cuzinho ela olhou para ele e disse que o cuzinho era só do maridinho, mas que ele podia colocar o dedinho ele meteu de volta na sua boceta e começou a enfiar o indicador no seu cuzinho ela gemia muito, ele meteu o indicador e o dedo do lado ela rebolava muito, o grandão batia uma punheta de pé, ela gritou, gemeu, estremesceu, me olhou e disse que estava gozando muito, o carinha tirou o pau da sua boceta, tirou a camisinha virou ela de lado e gozou em toda a sua cara, me olhou e disse:

- Que mulher gostosa cara, nunca comi uma boceta tão apertada, se levantou e foi tomar banho.

Enquanto isso o jumentão já estava de pau duro novamente deitou minha mulher de costas abriu bem as suas pernas colocou ela de lado para eu poder ver bem e começou a meter, eu não acreditei que ela agüentaria tudo aquilo, era descomunal ver aquele pinto entrar em sua xaninha, nunca vi sua boceta tão esticada, ela gritava, arranhava ele todo, mandava ele meter, não acreditei, mas entrou tudinho as bolas do cara, que também eram enormes, explodiam em sua bunda, aquele filho da puta comeu ela muito, ficou ali metendo durante uns 20 minutos ela gritava, me olhava e dizia que estava gozando, gozou umas duas vezes naquele cacetão, quando não agüentou mais ele gozou ainda dentro dela, para ter uma idéia a camisinha toda esticada não tapava nem a metade daquele cacete. Ele se levantou e foi para o banheiro olhei para Ana e ela parecia que tinha saído da guerra, estava toda vermelha com a buceta arreganhada a maquiagem toda borrada, com porra por tudo, me olhou e ainda sorriu, aquela vadia, os dois voltaram do banheiro, ela pagou não vi quanto nem quero saber, depois ela me contou que uma amiga indicou uma empresa de garotos de programa, bem discreta, e que foi lá que ela pediu os dois. Eles pegaram o dinheiro ainda me agradeceram, sorriram e foram embora, eu estava um misto de perplexidade, excitado, puto da cara etc..., Ana veio na minha direção me beijou pude sentir o cheiro forte de homem, de porra e de sexo, ela foi ao banheiro tomou banho e eu ali algemado, quando voltou estava "quase" refeita, se ajoelhou começou a me chupar alucinadamente, depois veio e sentou em cima de mim, pode ser bobagem, mas nunca foi tão fácil penetrá-la, sentia sua xaninha alargada, ficamos um bom tempo, gozei sem parar, ela me soltou repetimos a dose mais uma vez, ela me deu seu cuzinho bem gostoso enquanto metia um brinquedinho na xaninha, gozou mais uma vez eu também, comi aquela puta com muita raiva, mas tenho que admitir senti muito tesão, dormimos e ao amanhecer fomos embora. Ana andou com dor, assada, de perna aberta por uns dois dias, depois disso já realizamos outras fantasia que contarei com o passar do tempo. Mas tenho que admitir que depois desta experiência fiquei com um pé atrás com Ana.

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