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sábado, 1 de novembro de 2008

Como virei corno

Eu me chamo Marcelo tenho 36 anos e sou casado a 8 anos com Lia que tem 32 anos, ela é loira com a pele clara, tem cabelo crespo, 1,63m de altura e um corpo bem desenhado, tipo violão, com uma cintura fina e quadris largos, tem seios médios, com os auréolos rosados, que são um tesão. Nosso casamento estava meio devagar, já não tínhamos o interesse de um pelo outro como no começo, principalmente no sexo. Falei para ela que talvez tivéssemos de nos separar pois não sentia mais prazer em transar com ela. Ela chorou muito e no outro dia foi trabalhar bem cedo, vestiu uma blusa branca transparente e não colocou sutiã, deixando a mostra aqueles lindos seios, que ficavam semicobertos por um casaco. Também colocou uma calça justa de malha, com uma tanguinha enterrada. Eu fui trabalhar normalmente, no meio do dia, no horário de almoço ela me ligou e disse que iria chegar mais tarde e que eu não a esperasse para jantar. Bem, como moramos em lugar meio afastado e a noite é perigoso voltar para casa, fiquei preocupado com ela e fui esperá-la na frente do seu emprego sem avisá-la. Como ainda era cedo, fiquei em um bar próximo, tomando uma cerveja e olhando para a porta da saída de seu emprego. Ela saiu do emprego junto de um colega, mas eles não me viram. Esse colega eu já conhecia e ela havia me falado que ele dava em cima de todas as mulheres do seu emprego e que já tinha saído até com mulheres casadas. Era um negro de aproximadamente 1,90 m, forte, fazia academia. Saí rápido do bar e comecei a seguí-los, no começo os dois andavam lado a lado, mais adiante vi que deram as mãos e pegaram um taxi. Também peguei um e pedi para o motorista segui-los, achei que iam a um motel, mas vi que não, desceram em frente a um parque que tem muitas árvores e fica próximo a um rio que margeia a minha cidade. Desci do meu taxi um pouco mais adiante para eles não me verem, por isso perdi eles de vista. Voltei no local onde eles tinham descido e não vi ninguém, o local é meio vazio, ainda mais que já era quase noite. Comecei a andar em direção ao rio, foi quando ouvi uns gemidos. Fui devagar na direção do som e encontrei minha mulher de quatro em cima de um banco da praça, peladinha, levando um pau de aproximadamente uns 25 cm, o negão enterrava bem devagarinho curtindo a visão da entrada daquele enorme pau preto naquela bucetinha rosadinha, toda vez que ele enterrava até o final ela dava um gemido. Acostumada com meus 16 cm de pau, ela estava sendo arrombada. Isso acabou me dando um tesão que eu nunca tinha sentido. O cara depois de arrombar aquela bucetinha, resolveu comer o cuzinho, que ainda era virgem, ela nunca deixou eu comer aquele rabo. Mas ele conseguiu, deu uma cuspida no pau e enterrou. Ela começou a chorar de dor, mas ele continuou cada vez mais rápido até gozar, ele gozou lá dentro e encheu aquele rabo de porra, e ainda fez ela limpar o resto que ficou no pau com a língua. No final ele pegou-a no colo e deu um beijo, e ela correspondeu, como agradecendo por ele tê-la comido. Fiquei esperando eles irem embora e fui para casa. Vi ainda que ele pegou a tanguinha dela e colocou no bolso. Quando ela chegou em casa, perguntei como tinha sido o dia. Ela me disse que tinha sido bom, mas que estava cansada e ia deitar. Vi que foi para a cama, e esqueceu que estava sem a tanguinha, quando cheguei para deitar, ela levantou e disse que ia dormir na sala e que no outro dia conversariamos. No outro dia, na volta do serviço ela me falou que se eu queria mesmo me separar ela aceitava, mas agora quem não queria era eu, continuamos casados, e sempre que vou comê-la lembro do cara enfiando a manga nela.

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