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sábado, 1 de novembro de 2008

Comida na estrada

By: homcorno


Olá

Estou de volta para vos contar uma aventura recente , foi no fim de semana passado , fizemos uma remodulação á casa , comprou-se novas mobilias , um delas em Ourém , uma mesa rústica para a cave , o problema era ir buscá-la , pedi a um amigo que tem um forgão se me desenrascava , o problema era que tinha de ser ele a conduzi-lo por causa do seguro que só abrangia carta dele , no sábado de manhã ás 07h ele lá estava á nossa porta , ao contrário do sul do país aqui no norte estava calor , a minha mulher levava um vestido bastante leve , ao subir para o forgão mostrou as coxas todas ao Pedro que ficou de olhos pregados nelas , arrancamos .

Ela ía no lugar do meio entre o Pedro e eu , a saia do vestido tinha ficado um pouco subida deixando boa parte da coxa visivel , reparei que ele várias vezes ao mudar as velocidades lhe roçava a perna , algumas dessas vezes chegava a acariciar ao de leve , comecei a notar por parte dela um certo mexer , estava a ficar excitada , paramos na área de serviço da Mealhada para tomar café , enquanto ela vai á casa de banho o Pedro diz-me que ela estava cada vez melhor , que o tempo a ela só favorecia , ela regressa a vamos para o forgão , novamente ao subir ela mostra tudo , senta-se e a saia fica ainda mais subida , tinha as coxas todas á mostra , durante o resto do trajecto até Ourem ele continuou a roçar-lhe a perna , quando chegamos o armazem estava fechado , liguei ao fulano que me diz que só depois das 14h estava lá , eram 10h , o armazem ficava no meio de um descampado , mais á frente havia um pinhal , o Pedro encosta o furgão dentro do pinhal , saímos e demos uma volta a pé pelo pinhal , estava um pouco de vento que fazia a saia do vestido levantar , andamos uns 15m por ali , quando regressavamos ao forgão ela adiantou-se um pouco a nós , sempre que vinha mais vento a saia subia deixando as coxas e algumas vezes a cueca visivel , o Pedro sabia que ela dava umas cambalhotas com outros , a certa altura pára e diz-me ( é pá desculpa lá o que vou dizer mas adorava comer a Alice , achas que tenho hipotese )eu respondo que sim , que tentasse , ele pergunta-me s e podia tentar já , dei-lhe toda a permissão , ele agradece e acelera o passo , mal fica ao lado dela passa a mão pelo cu , ela dá um salto , tinha sido apanhada de surpresa , olha para ele , sorri e diz ( que foi isso , uma mulher já não pode andar sossegada num pinhal sem ser apalpada ), ele sem mais rodeios diz-lhe ( quero comer-te ) ela olha para mim , sorri e diz ( ai queres , então come ) ele abraça-a por trás , aperta-a contra ele , com uma mão apalpa-lhe as mamas , ela roça o cu contra o pau , leva-a até um pinheiro , ela encosta as mãos no pinheiro , ele levanta-lhe o vestido desaperta a carcela , põe a piça de fora , afasta-lhe a cueca e pincela-lhe a cona com a piça , ela abana a anca ligeiramente , dobra-se um pouco , ele encosta a cabeça da piça e enterra-lha na cona , dá um gritinho e diz ( come-me , anda mete essa piça toda , fode-me ) ele começa com um vai e vem lento , agarra-lhe na anca e vai aumentando as estocadelas , ela começa a gemer , ele olha para mim e diz ( porra pá que cona boa , é boa como o milho ) , nessa altura ouve-se um carro perto , ele desencava-a , ela endireita-se , arranja o vestido , o carro pára a uns metros de nós , sai um casal e duas crianças , nós vamos para o furgão , ela parecia mais desiludida que ele , ele põe o forgão a trabalhar e sai do pinhal , vai em direcção ao armazem , estaciona atrás do mesmo , estavamos escondidos , ele diz para irmos para a parte de trás , saímos da frente e vamos para a trazeira , ele põe no chão do forgão uns cobertores , abraça-a e tira-lhe o vestido , tira-lhe o soutien e as cuecas , despe-se tambem , volta a abraçá-la , chupa-lhe as mamas ela agarra-lhe a piça , põe-se de joelhos e chupa-o , mal o começa a chupar ele diz ( foda-se , chupas tão bem , isso mama , foda-se que bom ) , ela mama-o uns 3 ou 4 minutos , põe-se de 4 , ele de joelhos atrás dela , passa a piça na cona e com uma estocada forte , enfia-lha , ela dá um gritinho e manda o cu contra ele , ele agarra-lhe a anca e fode-a forte , ela geme , ele olha para mim e diz ( é mesmo boa , que cona deliciosa ),ela diz ( anda fode-me , dá-me essa piça toda , fode-me ) ela começa a estreemcer e vem-se aos gritos , eu espreito para fora a ver se alguêm podia ouvir , não havia ninguêm , ele dá uns gemidos tambem e esporra-se dentro dela , quando sai dela a esporra cai no cobertor , ela levanta-se , ele dá-lhe lenços para ela se limpar , limpa-se o melhor que consegue , veste-se , eram quase 12h30m , vamos a um restaurante que tinhamos visto no caminho para ali , no restaurante ela vai á casa de banho .

Depois de almoçar voltamos ao armazem , esperamos um pouco e lá chegou o fulano , carregamos a mesa e as cadeiras e iniciamos o regresso .

Como na vinda ela ía no meio de nós , só que agora ele não se limitava a roçar a perna , apalpava-lha , e de vez em quando ela apalpava-lhe a piça , ele fica com ela dura , na saída de Pombal ele sai da auto-estrada , andamos um pouco na estrada nacional e ele mete por uma secundária , anda mais um pouco e entra num caminho de terra batida , uns 200 ou 300 metros á frente havia um armazem pequeno ele entra no recinto , não havia carros nem pessoas , ele diz que era um cliente dele e que ao sábado ninguêm ía ali , pára o forgão , começa a apalpá-la , sai do forgão e diz-lhe para ela ir com ele , eu saio tambem , leva-a para trás do armazem , havia um barraco onde estava um motor de tirar água , entra nele , levanta-lhe o vestido , tira-lhe a cueca , encosta-a á parede , puxa-lhe a anca para trás , põe a piça fora das calças e numa só estocada enterra-a toda nela , fode-a com força , ela geme sem parar , em poucos minutos uns 2 ou 3 vem-se , ele martela-a com força , ela delira , aos gritos diz-lhe para ele a foder , ela escorrega e cai no chão , ele aproveita e diz-lhe para se por de 4 , ela põe , ele põe-se de joelhos atrás dela e volta a fodê-la , passado um pouco tira da cona e aponta ao cu , ela diz que ali não , que depois em casa lho dava , ele volta a meter na cona , dá mais umas marteladas e esporra-se , sai dela , ela limpa-se e voltamos áo forgão , voltyamos á auto-estarda , eram umas 18h quando chegamos a casa , descarregamos e ela cumpre com o que lhe tinha prometido , dá-lhe o cu , ele fode-lho uma meia -hora , quando se esporra sai dela e como-lho eu a seguir .

E-mail= homcorno@hotmail.com

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