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sábado, 1 de novembro de 2008

Casada Religiosa

By: querocasada



Sou o Ricardo, estou de volta depois de narrar minha aventura com a Silvia, uma loirinha casada muito foguenta que conheci na porta de um colégio. Venho agora contar como tive momentos deliciosos com uma linda morena, casada, recatada (até então) e muito religiosa, que até aquele dia nunca tinha traído seu marido. A primeira vez que a vi foi numa caminha matinal saído de uma missa na igreja do bairro em que moro. Ela é uma morena clara de meia idade, mais ou menos na faixa dos eus quarenta anos, usava um vestido recatado, mas não conseguia disfarçar sua belas formas e, principalmente aquela bunda linda, que realçava embaixo daquele vestido, seus seios eram médios, mas pareciam ser bem durinhos, tinha a cintura fina, seu rosto era de uma beleza angelical e tinha cabelos pretos, liso e longos, na altura de suas costas. No dia seguinte a vi saindo a as igreja, de mãos da com um homem um pouco mais velho do que ela, careca e bem mais barrigudo do que eu, só poderia ser o maridão daquela gatinha linda. Resolvi que no dia seguinte eu chegaria cedo na igreja e assistiria a missa com ela, assim o fiz e sentei-me no último banco, poucas pessoas tinham chegado e passados uns dez minutos ela entrou na igreja e de mãos dadas com aquele mesmo sujeito, disfarçadamente fui os seguindo e sentei-me no banco atrás deles. Como a cerimônia demorou um pouco a começar, pude escutar algumas conversas entre eles, eram realmente casados, ela se chamava Sônia e ele Antônio. Sônia usava um vestido ainda mais recatado que o dos dias anteriores, porém era impossível disfarçar a sua beleza. Assisti a cerimonia inteira muito do bem comportado e depois saí e fui seguindo eles de longe, por sorte foram na direção oposta a que eu morava, tinha medo que ela fosse uma vizinha de muito perto. Vi o prédio que eles entraram e depois de alguns minutos me aproximei e fui ao porteiro, me apresentei como amigo do Sr, Antônio, marido da Sra. Sônia, que nos conhecíamos da igreja e eu tinha esquecido o número do apartamento deles. Na mesma hora ele me informou que eles moravam no 801, dei uma desculpa que votaria depois e fui embora.
A partir desse dia asse a mandar flores para ela com um bilhete que dizia assim:

Soninha, você é uma mulher muito bonita e inteligente, te admiro muito, gostaria de me tornar seu amigo.

Eu não sabia se ela tinha avisado isso ao marido, mas repeti por duas semanas, exceto os dias de final de semana, pois ele estria em casa. Eu continuava, quase todos os dias, a acompanha-la na missa matinal do bairro, mas não sabia se ela tinha alguma desconfiança de que seria eu o seu admirador secreto.

Numa das vezes que mandei as flores, foi numa segunda feira, acrescentei no bilhete a informação de que tinha criado para ela um email para ela, eu forneci o nome do usuário, uma senha provisória, para ela alterar depois e disse que lá tinha uma mensagem minha, que ela lesse e me respondesse.

E não sabia o que iria acontecer, nem mesmo se o marido dela sabia das flores que eu mandava, fiquei ansioso esperando pela reposta do email. A mensagem que eu mandei e dizia que gostaria de me tonar seu amigo, a principio virtual, até ela achar que poderia ter mais confiança em mim. Toda hora eu abria a caixa de email e já me desesperava com as propagandas que recebia, mas nada da resposta da minha morena. Ate que finalmente a resposta dela estava lá, faltava somente a coragem para clicar e abri-la, para poder ler o que ela escrevera. Eu tinha receio, pois poderia ser uma mensagem mal criada do marido dela, e se fosse isso ficaria muito difícil para reverter a situação. Finalmente ciei coragem a cliquei, abrindo a mensagem e comecei a ler o texto dela:

Não sei quem é você, nem o que está querendo com isso, mas peço que pare de me mandar flores, pois meu marido vai acabar sabendo e ele é muito ciumento.

Ela só me disse isso, nada mais, e pude concluir que o marido não sabia de nada. Eu a obedeci, não mandei mais flores, mas comecei a mandar emails diversos para ela, disse que concordava em parar coma as flores, desde que ela se correspondesse comigo por email. Ela concordou, acho que em princípio para não ter problemas com seu marido, ficamos várias semanas trocando emails, com isso fomos ficando mais íntimos, com ressalvas, é claro, pois Soninha era uma mulher bastante tímida e recatada. Finalmente ela concordou e me conhecer pessoalmente, mas tinha medo de fazer isso em público, pois ela era casada e poderiam nos ver juntos e comentarem siso com seu marido. Na casa dela nem pensar, pois o porteiro do prédio poderia comentar com seu marido, na minha casa é impossível. Estava-mos com dificuldades encontrar um local adequado, até que ela me surpreendeu, disse que uma amiga sua tinha um apartamento num peido velho, sem porteiro, que estava desocupado, mas estava todo mobiliado. Poderíamos nos encontrar lá. Marcamos um dia de semana pela manhã, depois que seu marido tinha ido para o trabalhe seus dois filhos tinham saído para os compromissos de estudo.
Na hora combinada, as nove da manha eu toquei a campainha do apartamento, meu coração palpitava, estava parecendo um adolescente, e ainda tinha uma ponta de receio de o marido dela abrir a porta no lugar dela.
Isso não aconteceu, lá estava ela, mais linda do que nunca, não sei seu foi impressão minha, mas achei que o vestido que ela usava era o menos recatado que já vira cobrindo seu lindo corpo. Entrei no apartamento, ela me olhou da cabeça aos pés e exclamou:
- Eu sabia que era você, estava desconfiada há muito tempo, pois foi depois que passei a vê-lo na igreja, que tudo isso começou.

Eu não sabia como cumprimentá-la e então arrisquei os tradicionais beijinhos no rosto, mas fiz de uma maneira que nossos lábios quase se tocaram, ela demonstrou não perceber o não se importar com isso. Estava eu diante daquela deusa, e para complicar (ou melhorar) estávamos a sós, ela me ofereci um café que já tinha preparado, aceitei, nos sentamos num sofá de três lugares, na sala do apartamento, bebendo um café bem quente e conversando sobre tudo que acontecera conosco. Ela se levantou para pegar algo e esbarrou na minha mão me dando um banho de café quente, molhou minha camisa e minha calça e como estava quente eu fiquei demonstrando estar sentindo dor, acho que até exagerei um pouco, pois não doera quase nada, mas ela preocupada com minha integridade e também com minha roupa, pediu para eu tirar a calça e a camisa, que ela iria por numa maquina de lavar que tinha no apartamento, inclusive para evitar que ficasse alguma mancha, e veria se tinham alguma pomada para queimadura, para evitar a formação de bolhas a minha pele. Eu não estava sentindo nada, mas aproveitei a deixa, tirei minha roupa e entreguei para ela, estava apenas de sunga e era impossível ela não perceber minha excitação, pois minha pica quase pulava sunga a fora, de tão dura que estava. Acompanhei Soninha até a cozinha, ela colocou minhas roupas na máquina, depois me pegou pela mão e me levou a um dos quatros do apartamento. Não era suíte pois era um prédio antigo, ela procurou numa gaveta e achou uma pomada contra queimaduras, me pediu para deitar sobre a cama, que ela passaria em mim a pomada. Eu não estava acreditando, estaria deitado numa cama, sentindo as mãos daquela princesa massageando meu corpo, isso parecia um sonho. Deitei meio de lado mas ela me fez ficar de barriga para cima, dessa forma era impossível esconder a minha excitação, em princípio ela fingiu não perceber e começou a colocar pomada e uma das mãos, que ela cuidadosamente lavou antes no banheiro a lado do quarto, ficou procurando onde eu estava mais vermelho, minha pele é bem clara e, dada aquela situação inusitada, eu estava era vermelho pelo corpo todo. Como não sou bobo nem nada, mostrei a minha coxa, logo abaixo da minha sunga, e aproveitei para dar um pequeno gemido, fingindo sentir bastante dor no local, então ela iniciou a massagem da pomada, que mãos macias e deliciosas, ela massageava minha coxa, da altura da sunga descia até o joelho e retornava, ela percebeu acima da sunga um pouco vermelho e levou a mão até a minha barriga, só que ela percorreu por cima da sunga e esbarrou na minha pica em riste, ela fingiu não ter notado e continuou a massagem, minha barriga estava de fato vermelha, pois foi onde caiu mais café quente, ela ficou vários minutos me massgeando na barriga, aquela cena estava por demais erótica, mas não dizíamos uma palavra um a outro, parecia que os dois não queriam que aquilo terminasse, mas não tinham coragem de ousar além daquilo. Ela acabou sujando o vestido dela de pomada nessa hora eu disse-lhe que não poderia permitir que ficasse manchado seu lindo vestido, pedi que tirasse e pusesse na maquina, assim que tirasse a minha roupa de lá. Ela retrucou que não tinha outra roupa, no que eu disse a ela:
Já reparou como eu estou vestido na sua frente? Que mal tem você ficar vestida da mesma forma, disse isso e já fui me levantando e puxando seu vestido para cima, ela ficou imóvel, acho que não acreditou no que estava acontecendo, mas não fez nada para me impedir, retirei seu vestido pela cabeça, ela estava ali na minha frente, apenas de calcinha e sutiã, que eram até comportados, mas de uma beleza rara, seu corpo era de fato fenomenal. A conduz pela mão até a cozinha e como a máquina já estava terminando a lavagem da minha roupa, ajudei a ela retirar para por para secar e colocamos o vestido dela para lavar. Falei que já podíamos voltar para terminar o que estávamos fazendo, eu poderia aproveitar e fazer nela uma massagem relaxante que eu conhecia.
Eu nunca fiz massagem na minha vida, mas para tocar na pele macia daquela fêmea deliciosa eu falaria qualquer coisa.
Ela completou rapidamente de passar a pomada em meu corpo, mas eu fiz questão de fazer a massagem que tinha oferecido. Pedi que ela deitasse na cama de bruços e ficasse relaxada. Ajoelhei-me a cama, ao lado dela e comecei a massagem pelo seu pescoço, com minhas das mãos fiquei massageando por trás de seu pescoço, sei que isso costuma excitar muitas mulheres e fiquei de propósito alguns minutos, depois fui descendo as mãos por as costas como ela estava de sutiã, fiquei passando os dedos por baixo da alça do sutiã, para mostrar que aquela peça estava atrapalhando a massagem, resolvi ousar e pedi licença a ela, já que estava de bruços, eu desabotoaria se sutiã, para fazer a massagem sem ser atrapalhado, ela nem tinha me respondido se podia, eu soltei o fecho daquela peça e deixei suas costas completamente nuas. Agora massageava toda a extensão de suas costas, de cima para baixo e de baixo para cima, eu estava usando um gel próprio para massagem, que ela tinha achado na mesma gaveta onde pegara a pomada contra queimadura. Minhas mãos desciam ate o limite de sua calcinha, mas depois de um tempo, as vezes eu ultrapassava o limite e massageava a polpa da sua bunda, quando comecei a massagem em sua coxa, fiquei tocando na parte lateral, ai a lateral da calcinha dela fazia o mesmo efeito que fazia a alça do sutiã nas costas dela, eu para não perder um pedacinho de pele, massageava por baixo dessa parte lateral, como minhas mãos estavam em sua coxa, ela não falou nada, eu continuei a massagem e fui descendo por as perna esquerda, até chegar em seu lindo pezinho, isso levou alguns minutos, em seguida repeti na perna direita o mesmo movimento, só que dessa vez fiz o caminho inverso, subindo pela sua perna, até chegar outra vez na sua calcinha, pela lateral fiz o mesmo movimento, e não é que a danada perguntou:
A alça do sutiã não atrapalhava, porque essa aí não esta atrapalhando?
Eu disse que estava, mas não me atreveria a pedir para ela tirar sua última peça de roupa.
Nessa hora ela se virou de frente, deixando a mostra seu lindo par de seios, por pouco a minha pica não pulou da sunga, e me disse:
Já que estou tendo uma massagem, ela precisa ser perfeita e completa, não pode ser atrapalhada por nada, pode tirar a minha calcinha.
Eu não acreditei, além de permitir tirar, ainda me pediu para fazer isso, tive vontade de arrancar a calcinha dela com os dentes, mas achei que ela poderia se assustar. Ela voltou a ficar de bruços, abriu um pouco suas pernas e me mandou continuar meu trabalho, segurei sua calcinha com as duas mãos e fui puxando lentamente, assistindo aquela bunda maravilhosa ser desnudada na minha cara, que vontade de cair de boca naquela bunda, mas me contive, retirei completamente a calcinha e retornei a massagem de onde tinha parado, agora a polpa da sua linda bunda estava toda a mostra, eu massageava com vontade toda a extensão, minhas mãos já escorregavam por entre sua pernas e eu dava pequenos esbarrões em sua xaninha, percebi que ela estava ensopada, mas continuei a massagem normalmente. Depois de um tempo pedi que ela virasse de frente, ela calmamente foi virando aquele corpo para me revelar, ao vivo e a cores, aquela bucetinha que eu já percebera ser muito bem depilada.
Que visão maravilhosa aquela mulher nua, virada de frente, naquele momento foi difícil não pular encima dela, ela é gostosa demais, me contive comecei a massagem desde seu pescocinho, só que agora ela estava de frente, quando fui descendo as mãos cheguei aos seus seios, agi normalmente e comecei a massagear seus peitinhos, quando toquei no bico de um de seus seios, ela não teve como segurar um gemido, para facilitar a massagem me posicionei por cima do corpo dela, como se eu fosse ficar sentado encima de sua barriga, ou melhor um pouco abaixo, bem encima de sua periquitinha, ela percebia em sua pele o volume que estava a minha pica, mas não dizia nada, em a segurava pelo pescoço e vinha descendo as mãos, depois subia de volta ao pescoço, é claro que com isso ficava roçando em sua xaninha com minha pica duríssima, eu estava quase gozando somente fazendo isso, mas me segurava. Porém, quando ela deu um gemido seguido de um comentário eu não mais resisti:
Huuummmmm que gostoooooooooosssooooooooooooo!!!!!!!!
E abaixei e comecei a mamar em seus seios, me dediquei primeiramente aos mamilos dela, para deixá-la completamente excitada e sem chance de desistir daquela loucura. Para minha surpresa ela na resistiu e ainda segurava minha cabeça contra seus seios e forçava com a outra mão a minha bunda, forçando o mais que podia a minha pica em sua xaninha, ela rebolava por baixo de mim, estava louca de vontade de ser penetrada, e não fazia mais questão de esconder isso. Eu continuei mamando nos seios daquela linda morena e depois fui descendo por sua barriga e quando ia enfiar minha língua em sua xoxota e dar a primeira lambida em seu grelinho que se oferecia para mim, ela me interrompeu e disse que seu marido jamais fizera isso com ela, que ele tinha sido o seu primeiro e único homem, e que segundo ele, somente mulheres da vida faziam cosias assim, ela jamais tinha sido chupada e também jamais chupara uma pica.
Aquela revelação me fez para e ditar-me ao lado dela, falei que o marido ela era um camarada muito do antiquado, eram raros os casai que não faziam sexo oral, não fazer sim, era uma exceção. Falei que ela não se preocupasse pois isso era mais do que normal, era maravilhoso, e se ela não se sentisse a vontade poderia não fazer em mim, mas eu a faria experimentar a delicia de uma língua sambando em sua xaninha. Disse isso e me posicionei de novo por cima dela, meu rosto estava em frente da bucetinha linda daquela morena, estava ensopada de tesão, fiquei uns instantes apenas fazendo ela sentir a minha respiração em sua xana, somente isso já a fazia gemer e se contorcer na cama. Quando dei a primeira lambida em seu grelinho ela soltou um berro:
AÌIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
Que gosssottttoooooooooosssssssssoooooooooooooooooo
Huuuuuuuuuuummmmmmmmmmmmmmmmmmmmm
Aíiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Eu estava enlouquecendo aquela delícia de morena, a essa altura eu já percorria toda a extensão da sua xaninha, as vezes me dedicava ao seu grelinho, por outras enfiava a língua o mais fundo que conseguia, ela delirava, e em alguns minuto teve o primeiro orgasmo em sua vida obtido por lambidas em sua xoxota, ela gozou intensamente, seu gozo parecia não ter fim. E eu só parei de chupá-la quando ela ficou inerte na cama, completamente saciada.
Depois que aquela a delicia recuperou seu fôlego, ela sentou-se na cama e foi em direção a minha sunga, segurou com as duas mão e foi descendo até meus pés para retirá-la. Assim que minha pica foi libertada, pulou em pé na frente dela, eu estava louco de tesão por aquela morena maravilhosa e proibida. Fiquei esperando a iniciativa dela, eu não imaginava ficar sem sentir aquela boquinha doce mamando com gosto a minha pica, mas podia forçar ela a nada. Ela segurou a minha pica com uma das mão e iniciou uma leve punheta, que mãozinha macia, somente aqueles movimentos já me faziam ir as nuvens, seu roso estava bem próximo da minha pica, ela aprecia indecisa em como começar ou simplesmente poderia estar pensando se faria ou não, eu fique esperando e torcendo para sentir sua linguinha gostosa me tocando. De repente ela me falou:
Eu nunca fiz isso, mas uma vez vi num filme erótico uma mulher fazer assim.
Após essas palavras ela abaixou minha pica, a encostando em minha barriga e por baixo começou a lamber e chupar o meu saco, fui a loucura, para alguém inexperiente a mamada tinha começado gostosa até demais, eu adoro carícias e lambidas no meu saco, ele ficou assim por algum tempo e depois foi subindo e lambendo toda a extensão da pica, quando chegava na cabeça ela retornava e voltava ao saco, ficou assim por um tempo, cheguei a pensar que ela estava com nojo de abocanhar de vez a pica, mas estava enganado, de repente ela abocanhou a cabeça e começou a chupar com gosto, após um tempo enfiou toda a pica em sua boca, mamava com vontade, subia e descia a boquinha em minha pica, ficou mamando assim por vários minutos, até que num dado momento eu disse a ela que não estava agüentando mais e iria gozar. Claro que ela sabe e o que sai da pica de um macho quando ele goza, pensei que ela fosse afastar sua boquinha da minha pica e apenas assistir meu esperma voando perto do rosto dela, mas ela não parou de me chupar e ainda por cima aumentou as caricias no meu saco com suas mãos, não me foi possível resistir muito. Meu primeiro jato de porra foi fundo em sua garganta, a fazendo engasgar, mas ela recuperou-se e deixou a sua carinha linda recebendo o resto de porra que saía da minha pica, ela me punhetava e lambia a cabeça, ficou assim até limpar a última gotinha que saiu de porra e ter certeza que eu estava completamente saciado.
Depois disso ficamos deitados lado a lado, ela me disse que aquilo era uma loucura, mas que ela tinha adorado, jamais iria esquecer aqueles momentos, que era uma pena que não poderia sentir minha pica dentro dela, pois ela tinha muita vontade disso.
A interrompi, perguntando: Porque ela dizia isso, se ela queria, por que não???
Ela me olhou e disse que eu já tinha gozado, que o marido dela depois que gozava não demorava muito e pegava no sono. Ela achava que era impossível gozar e continuar transando, falei para ela que não é bem assim, e, principalmente quando estamos loucos de tesão um pelo outro, como era o caso naquele momento. De fasto a minha pica tinha sido abatida por aquela morena, mas pedi a ela que desse algumas lambidas para ela ver o que aconteceria, ela abocanhou com vontade e a minha pica foi renascendo para a vida, em pouco tempo estava duríssima outra vez, na boquinha daquela fêmea maravilhosa, mesmo assim ela continuou chupando por mais um tempo, acho que ela gostou disso, depois eu a pedi que ficasse de quatro na beira da cama e ficasse bem arreganhada para o macho dela, me posicionei por trás dela, dei umas lambidas sem sua xana, arrancando gemidos dela, me atrevi a dar lambidas em seu cuzinho, isso a deixou um pouco assustada, mas deu a impressão de com mais tesão ainda, me levantei e fiquei pincelando a cabeça da minha pica em sua xana, fiquei assim por vários minutos e quando ela já estava implorando pela minha pica, comecei a penetrá-la lentamente, ela estava bem lubrificada, mas a danada era apertadinha, minha pica foi deslizando, centímetro por centímetro para dentro daquela maravilha, ela gemia alto e pedia para eu não parar, até que a pica estava toda enterrada nela, já sentia minha bolas batendo contra sua bunda, esperei alguns instantes para ela se acostumar com o invasor, até para mim, pois a danada era apertadinha demais, que chegava a doer a minha pica, mas com a lubrificação aumentada isso foi rapidamente resolvido, agora eu só sentia prazer, e ela provavelmente também, pois já empinava seu corpo para trás a procura da minha pica, nessa hora a segurei ela cintura e comecei a fuder com vontade aquela fêmea, que berrava loucamente:
Aíiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Que gostoso huuummmmmmmmmmmmmm
Que delíiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiicccccccciiiiiiiiiiiiiiiiaaaaaaaaaaaaaa
Aíiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Fode, me fode, me come, me arromba, huuummmmm que gostoso, nunca senti tanto prazer com meu marido, me fode meu gostoso, eu sou toda sua, quero ser sua putinha, sua cadelinha, aíiiiiii, fode, me come, huuuuuuuummmmmmmmmmmmm
Ela estava em transe, começou a gozar intensamente, eu já tinha gozado bastante, resisti, e deixei aquela fêmea se acabar de tanto gozar, acho que ela nunca gozara com tanta intensidade, perdi a conta do tempo que ela ficou se debatendo em meus braços, até arriar na cama, quase sem forças.
Ela ficou deitada de bruços na cama, com seu rabão lindo completamente exposto, me posicione por cima dela e fui direto lamber seu cuzinho, ela estava quase desfalecida, mas aquelas lambidas foram acendendo de novo aquela fêmea foguenta, que estava se redescobrindo para o sexo, ela já rebolava e minha língua, quando resolvi trocar minha língua por um dedo e fiquei massageando seu anelzinho, aos poucos fui enfiando um dedo em seu rabinho, que era bem fechadinho, se sua buceta era apertada, imagine o seu cuzinho ainda virgem, para lubrificar mais eu cuspi em seu anelzinho, com isso aumentava a lubrificação e meu dedo já entrava e saía facilmente, arrancando gemidos da linda morena, passei a enfiar dois dedos, no início com dificuldade, mas depois entravam e deslizavam suavemente naquele túnel maravilhoso, e achava que ela já estava bem preparada para receber minha pica naquele rabo, quando ela me disse que se eu continuasse daquele jeito ela gozaria outra vez, imediatamente parei os movimentos com os dedos, queria fazê-la gozar na minha pica, me posicionei por trás dela, ela ainda permanecia deitada de bruços na cama, encoste a cabeça da minha pica bem na entradinha de seu cuzinho e fiquei forçando devagar, ela se abria toda para receber meu membro em seu rabo, eu falava para ela:
Isso minha putinha, arreganha esse rabo, arreganha esse rabo pro seu macho, vai, arreganha pro seu macho te fuder gostoso, vai. Se abre todinha minha putinha deliciosa, vai.
Ela estava toda abertinha e minha pica começava a deslizar para dentro de seu cuzinho, a cabeça entrou e ela soltou um gemido alto:
HUUUMMMMMMMMMMMMMMMMM
Fui empurrando a pica aos poucos e ela, já bem lubrificada e preparada, recebia sem grandes dificuldades o invasor em seu rabo, ela as vezes pedia para parar e esperar um pouco, mas quando se deu conta estava toda espetada pelo meu caralho eu seu cu, minhas bolas esfregavam em sua bunda, fique parado por instantes para a acomodação total. Quando ela mesma começou a forçar seu corpo para trás foi a senha para passar a bombar com força naquela morena gostosa. Ela estava deitada na cama, eu tinha posto um travesseiro por baixo dela, para levantar um pouco seu corpo, agora a fudia com vontade, fiquei vários minutos metendo com força naquele rabo, até ela anunciar que estava louca de tesão e iria gozar, eu disse a ela que também estava louco de tesão, e não agüentava mais, enchi de porra o rabinho daquela gata, enquanto ela se acabava de gozar pelo cu, na minha pica, sua buceta nem sequer fora tocada, mas ela gozara intensamente. Agora estávamos ambos exaustos e já era bem tarde, trocamos celulares, tomamos um banho e fomos embora, felizes e saciados.


E-mail= taradoporcasada111@yahoo.com.br

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