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sábado, 1 de novembro de 2008

Arregada e bebada no reveillon

Era ano novo. Moro em Brasília e nessa época do ano só tem um reveillon inesquecível quem possui tempo para programa-lo. Como eu estava atolada na universidade, resolvi com meus amigos fazer um encontro só pra não passar em branco. Então compramos umas caixas de cervejas, vodkas, vinhos e ficamos bebendo, ouvindo som com uma bela vista pro lago.
Foi neste encontro que conheci Rodrigo, um negro, 1.90, olhos amendoados, seu rosto tinha traços finos, apesar da boca carnuda com um generoso sorriso carioca. Dizia praticar triatlon e percebia-se que era realmente atlético. Eu por ocasião do ano novo estava totamente de vermelho. um vestido longo de seda, meu cabelos estavam compridos, lisos e negros. O efeitos dessa combinação me renderam elogios de todos os amigos presentes, menos ainda de Rodrigo. No entanto ele conversava naturalmente, mas não senti nenhuma segunda intenção até o momento.
Dançamos muito, bebi, mas ainda estava com os movimentos ainda sob controle. Todos estavam cansados, surgiram algumas brigas de casais e alguns resolveram ir embora. Fiquei triste, pois eu estava na farra e queria mesmo era me acabar! Era 2h da manhã e os últimos festeiros estavam indo pra casa foi então que Rodrigo chegou a mim e falou se eu podia dar uma carona a ele. Eu prontamente respondi que sim, embora (talvez por ingenuidade) não conseguisse pensar em nenhuma possibilidade de ficar com ele aquela noite.
Primeiro deixei minha amiga e como ele mora mais perto, o deixei por ultimo. Rodrigo pediu para eu estacionar na porta da casa dele e ali fiquei com o carro ainda ligado a espera de que ele descesse. Então me disse \"sobrou duas garrafas de vodka, é ano novo, está cedo. que acha de terminarmos?\" Respondi que vodka pura eu não tomava e ainda por cima estava quente. Mas ele com aquele sorriso charmoso disse : \"Mas é reveillon, não vamos pra casa a essa hora, né? vamos beber, eu te ensino\". Então aceitei, e segui as instruções de Rodrigo: enchi a boca de vodka e engolia tudo de uma vez! Nessa brincadeira foram-se quase duas garrafas.
Depois de tanto beber, estávamos completamente alucinados que nem reparei nas suas palavras e, só senti ele me puxar pelos cabelos e me levar de encontro a sua boca. Rodrigo me puxava e falava que estava doido para me comer desde o momento que me viu, mas eu não o percebia. Eu pedi para parar mas ele começou a puxar meu cabelo com mais força! Ele mordia meus lábios e a apertava os meus seios como se estivesse querendo arranca-los. Foi então que Rodrigo pegou minha mão e colocou por cima da sua calça me fazendo sentir o pau que estava pulsando e era enorme e muito grosso. Imediatamente me ordenou que tirasse a calça dele e, com a mão por cima da minha, apertava aquele caralho enorme, como se quisesse me ensinar a bater punheta. Rodrigo pegou minha cabeça e forçou-me a chupá-lo dizendo que gostava de mulheres de cabelos compridos pois adorava puxa-los quando uma putinha mamava seu pauzão. Então ele desceu o banco do meu carro, ficou deitado e mandava eu chupar, sempre forçando minha cabeça contra aquele caralho suculento. O pau dele tava duro como uma pedra e ele batia contra o meu rosto para sentir a firmeza. Além de duro e grande era tão grosso que mal a cabeça entrava na minha boca, mas sentia ele gemer de prazer e se contorcer na poltrona... \"Assim você vai me fazer gozar! quero te comer muito antes, sua puta\". Num gesto rápido, aquele negão me empurrou contra a poltrona e então arrancou minha calcinha e abriu minha bucetinha para vê-la. Colocou minhas pernas no teto do carro e enterrou o pau todo dentro da minha xoxota. Era muito grande!!! Sentia ele me rasgar toda. Ele suava muito pois me comia rápido demais. Eu no meio da rua com as pernas pra cima dentro carro sendo fudida por um pauzão que nunca tivera visto. Socava tudo dentro de mim sem piedade, mesmo eu pedindo para parar, gemendo de dor e prazer. Enquanto me comia ele ficava olhando o pau entrando e saindo como um foguete... \"voce esta sentindo te arregaçar, sua puta?\" e ele não parava de me comer e apertar os meus seios. Rodrigo olhou no fundo dos meus olhos me deu um tapa na cara e mandou que eu ficasse de bruços! logo fiquei com medo: \"comer meu cuzinho??\" ele falou que sim, e para eu nao reclamar. puxou os meus cabelos e me virou. Só senti ele abrindo bem a minha bundinha. Colocou um dedo e me deu muitos tapas \"nossa é apertadinho, mas vai ter que caber\". Então que ele foi colocando a cabeçona e eu quase rasguei os estofados do carro. Eu pedi para que ele parasse e foi em vão. Ele dizia para eu engolir a dor e sentir o pau. Senti então Rodrigo me comendo toda por dentro. Ele batia e apertava tanto a minha bundinha que ela ficou vermelhinha. \"Só vou acabar quando você gozar no mínimo 4 vezes, sou garoto de programa e não admito menos!\" logo vi de onde saíra tanto fôlego, era garoto de programa. Também com um pau daqueles!! Nessa altura o álcool já estava embaralhando minha cabeça, eu sentia o pau no meu cuzinho então não agüentei e foi minha primeira gozada que melou meu carro todo. Quando fui me ajeitando para sentar e descansar, ele me empurra denovo e diz \"te falei, 4 vezes!\" mal acabei de gozar e vi o pau denovo socando minha buceta toda melada. Fui fudida demais, aquele caralhão estava me arregaçando Desta vez enquanto comia minha buceta, colocava os dedos enormes no meu cuzinho.
No final das contas, ele conseguiu o que queria: gozei maravilhosamente 4 vezes. Depois da minha ultima gozada, peguei o pau dele coloquei entre os meu seios e fiz uma espanhola bem gostosa que de tão grande que era o pau, eu conseguia chupa-lo ao mesmo tempo. Foi então que ele não se segurou e finamente esporrou deliciosamente!! Era tanto gozo que fiquei arrepiada de ver aquele mastro que não cessava de jorrar porra por todo meu corpo e rosto me deixando meladinha.
Enfim, somando isso tudo, foi das 3:00h da manhã até 7:30 sem o pau dele descansar. Realmente ele tinha que ser garoto de programa. Pena que como todos os loverboys, foi meu só aquela noite.

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